Eleições Regionais na Bolívia: Reforma Eleitoral em Debate e Urso Turno!

Eleições Regionais na Bolívia: Reforma Eleitoral em Foco! 🗳️ A Bolívia vota hoje com foco em modernizar o sistema eleitoral. Milhões de bolivianos escolherão governadores e prefeitos. Missões internacionais acompanham o processo!

22/03/2026 11:00

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(Imagem de reprodução da internet).

Eleições Regionais na Bolívia Começam com Foco em Reforma Eleitoral

A Bolívia iniciou, neste domingo, 22, o processo de votação para as eleições regionais, um evento crucial para definir os governadores de nove departamentos e os prefeitos de 335 municípios em todo o país. Mais de 7,4 milhões de bolivianos estão aptos a participar, escolhendo também representantes para as assembleias legislativas departamentais e conselhos municipais.

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A votação, que começou às 8h no horário local (9h em Brasília), terá duração de oito horas, encerrando às 16h locais (17h em Brasília).

O presidente do Tribunal Supremo Eleitoral, Gustavo Ávila, ressaltou a importância da democracia como ferramenta para resolver conflitos e atender às demandas da população. Ele também expressou gratidão à presença de missões de observação, incluindo uma equipe da Organização dos Estados Americanos, liderada pela ex-ministra da Condição da Mulher da Costa Rica, Cindy Quesada.

A equipe de observadores internacionais acompanhará o processo para garantir a transparência e a lisura da eleição.

As regras eleitorais estabelecem que, nas disputas para as prefeituras, o candidato com a maioria simples dos votos vence, mesmo que a diferença seja mínima. Já para os governos departamentais, a eleição será decidida no primeiro turno se um candidato alcançar 50% mais um dos votos válidos ou, em alternativa, pelo menos 40% com uma vantagem de pelo menos 10 pontos percentuais sobre o segundo colocado.

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Caso nenhuma das condições seja atendida, haverá um segundo turno, previsto para meados de abril.

O presidente do Tribunal Supremo Eleitoral também mencionou planos para uma reforma da legislação eleitoral. A norma atual, de 2010, estaria desatualizada e não acompanhando as novas dinâmicas do sistema político boliviano. O objetivo é modernizar as regras, tornando o processo mais claro e alinhado com a realidade democrática. Ávila acredita que esta eleição poderá ser a última realizada sob o marco normativo existente.

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