“El Mencho” é morto! Operação do governo mexicano elimina líder do CJNG. Tensão explode no México: violência e crise. Saiba mais!
O governo mexicano anunciou neste domingo, 22, a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, considerado o narcotraficante mais procurado do país e líder do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG). A operação ocorreu em Tapalapa, uma cidade de aproximadamente 20 mil habitantes no estado de Jalisco, no oeste do México.
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Uma fonte governamental, que preferiu permanecer anônima, confirmou os detalhes da operação, que resultou na eliminação de uma das figuras mais violentas do país. Sob o comando de Oseguera, o CJNG se fortaleceu significativamente na última década, tornando-se uma das principais organizações de tráfico de drogas do México.
O grupo era responsável pela produção e distribuição de diversas substâncias ilícitas, incluindo drogas sintéticas, cocaína e metanfetamina. Além disso, o CJNG também enfrentava acusações de extorsão contra empresas locais e de promover ataques contra forças de segurança e comunidades.
A morte do líder do cartel gerou uma onda de violência em pelo menos cinco estados mexicanos. Em Guadalajara, a capital de Jalisco, houve registros de veículos incendiados bloqueando vias, uma tática comum em retaliações de grupos criminosos. Em resposta à escalada da violência, o governo estadual suspendeu o transporte público em algumas áreas e solicitou que hotéis mantivessem seus hóspedes em segurança.
A situação de insegurança também impactou o turismo, com a Air Canada anunciando a suspensão temporária de suas operações em Puerto Vallarta, devido à crescente instabilidade na região.
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As autoridades avaliam que a morte de Oseguera representa um golpe significativo para o CJNG, mas preveem que pode desencadear disputas internas por poder e um aumento temporário da violência, à medida que facções rivais buscam assumir o controle.
A situação também ocorre em um contexto de crescente pressão militar, com o governo avaliando a necessidade de reforçar a segurança.
A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, reiterou o compromisso do país em rejeitar qualquer intervenção militar estrangeira, classificando-a como uma violação da soberania nacional. Ao mesmo tempo, o governo intensificou a cooperação com agências de segurança dos Estados Unidos, incluindo o compartilhamento de informações de inteligência.
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