“El Cid” preso! PMCE impede ataque do PCC a senador Moro. Operação “Sequaz” revela plano de sequestros e assassinatos. Ameaças a Lincoln Gakiya sob investigação
A Polícia Militar do Ceará (PMCE) anunciou a prisão de Sidney Rodrigo Aparecido Piovesan, conhecido como “El Cid”, em Eusébio, na região metropolitana de Fortaleza. A operação ocorreu na quarta-feira (4) e o suspeito é apontado como mentor de um plano de ataque coordenado pelo Primeiro Comando Capital (PCC) contra autoridades, incluindo o senador Sergio Moro (União Brasil-PR).
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A prisão de “El Cid” teve início com a detenção de uma mulher em Iguatu, aproximadamente 585 km de Eusébio, durante uma operação de rotina do Batalhão de Polícia de Trânsito Urbano e Rodoviário Estadual. A mulher, identificada como esposa do suspeito, foi detida em circunstâncias que a polícia ainda não detalhou completamente.
Após a prisão da mulher, equipes do 15º Batalhão de Polícia Militar e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) localizaram Sidney Piovesan próximo a um condomínio de luxo na região. A PMCE informou que existem dois mandados de prisão preventiva em aberto contra o suspeito.
Piovesan é acusado de crimes como associação ao tráfico de drogas e homicídio. A Polícia Federal foi notificada da detenção e iniciará os procedimentos legais cabíveis. A investigação busca desmantelar a rede de apoio ao PCC e seus planos de ataque.
Em março de 2023, a Polícia Federal deflagrou uma operação com o objetivo de desarticular um grupo que planejava ataques a servidores públicos e autoridades em diversos estados, incluindo Rondônia, Paraná, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e São Paulo.
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A operação revelou um plano que envolvia sequestros e assassinatos de alvos específicos.
Durante a investigação, ficou claro que Sidney Piovesan era o líder do grupo chamado “Restrita 05”, ligado ao PCC. As primeiras ações contra o senador Sergio Moro e sua família começaram em setembro de 2022. O promotor de Justiça Lincoln Gakiya, integrante do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo (MPSP), também estava sob vigilância e ameaça por parte da organização criminosa.
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