Prefeito Eduardo Paes diz que cidade retomou o normal após megaoperação policial. Leia na íntegra no Poder360.
A capital do Rio de Janeiro amanheceu em 29 de outubro de 2025 em situação de normalidade, após a conclusão da megaoperação policial realizada na terceira feira (28.out). A ação, considerada a mais letal da história da cidade, foi conduzida pelas forças de segurança do Estado para combater o Comando Vermelho.
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O resultado da operação foi o registro de pelo menos 64 mortos.
Em retaliação à operação, os criminosos interdisseram 35 ruas em diversos pontos da cidade. A situação incluía veículos atravessados, latões de lixo, barricadas e pilhas de materiais em chamas. A situação gerava preocupação na população local.
O prefeito do Rio de Janeiro, do PSD, declarou que a cidade retornou ao estágio 1 de uma escala de 5, o menor nível de impacto. Essa declaração indicava que não havia ocorrências de grande magnitude. O estágio 2 havia sido acionado anteriormente devido às interdições e aos problemas nos modais de transporte.
“Modais operando normalmente, cidade fluindo com normalidade. Permanecemos atentos. Informem-se por canais oficiais!”, afirmou Paes.
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A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro publicou vídeos nas redes sociais, mostrando policiais em posições estratégicas para reforçar o policiamento e garantir a mobilidade urbana. As equipes estavam posicionadas em pontos estratégicos da cidade.
“Policiais reforçam a segurança na Estação Ferroviária da Praça da Bandeira, na manhã desta quarta (29). — @pmerj (@PMERJ)
Equipes foram posicionadas estrategicamente na Av. Brasil e Linha Amarela de forma preventiva, com o objetivo de reforçar o policiamento e garantir a mobilidade urbana por meio de uma intervenção imediata da Polícia Militar, em caso de interdição das vias. — @pmerj (@PMERJ)
Durante a madrugada de 29 de outubro, todas as ruas bloqueadas por barricadas foram liberadas. A última, a autoestrada Grajaú-Jacarepaguá, foi liberada às 2h45. Os transportes também funcionam sem problemas na manhã desta 4ª feira.
O COR (Centro de Operações e Resiliência) informou que as operações dos ônibus, VLT, BRT, metrô, trens e barcas ocorrem sem alterações.
Na terceira feira, mais de 200 linhas tiveram seus itinerários interrompidos e alterados. 71 coletivos foram utilizados pelos criminosos como barricadas.
A alta demanda de passageiros que retornava para casa antecipadamente causou superlotação nas estações e composições do metrô e trem, exigindo o reforço com carros extras.
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