Ex-Deputado Federal Reage à Ordem da Polícia Federal
O ex-deputado federal (PL-SP) manifestou sua reação à ordem emitida pela Polícia Federal (PF) em vídeo publicado nas redes sociais. Eduardo Bolsonaro declarou que tomará todas as medidas necessárias para preservar seu cargo dentro da corporação.
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A ordem da PF determina a incorporação ao cargo de escrivão do ex-deputado federal ao exercício efetivo.
Decisão Formalizada
A decisão foi formalizada em ato declaratório publicado no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (2 de janeiro de 2026). O documento, disponível em formato PDF (103 kB), detalha a incorporação. Para receber alertas grátis, acesse o formulário do Poder360, concordando com os termos da LGPD.
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Alegações e Reações
Durante o vídeo, Eduardo Bolsonaro classificou a decisão da PF como “mais um capítulo de uma perseguição judicial” orquestrada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Ele negou ter aceitado “privilégios parlamentares” para se submeter a pressões de indivíduos que considera “bajuladores de tiranos”.
Comparação com Casos Anteriores
O ex-deputado também estabeleceu um paralelo entre a situação do seu pai, que retornou à Superintendência da PF após duas cirurgias, e a situação do ex-presidente Fernando Collor, que, segundo Eduardo, está em prisão domiciliar “apenas por ter apneia do sono”.
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Afastamento e Requisitos Futuros
Eduardo Bolsonaro esteve afastado das funções na Polícia Federal desde que assumiu o mandato em Brasília em 2014. A ordem da PF ressalta que a ausência injustificada após a data determinada pode resultar em providências administrativas e disciplinares. Para manter seu cargo, Eduardo deverá se reapresentar após a perda do mandato, ocorrida em fevereiro de 2025, quando se exilou nos Estados Unidos.
