Durigan critica classificação de PCC e CV como terroristas e impacta Pix

Durigan critica classificação de PCC e CV como terroristas, gerando impacto no sistema Pix e preocupações para o setor empresarial em 2026.

07/07/2026 06:48

2 min

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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou a decisão dos Estados Unidos de catalogar as organizações PCC e CV como terroristas como um prejuízo para as famílias brasileiras e para o setor empresarial, comparando a situação ao aumento de impostos ocorrido em 2025.

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Impacto da Classificação

Em entrevista à Globo News, na noite de sexta – feira (29), Durigan argumentou que a designação gerou incompreensão em empresas norte – americanas que perderam sua posição como intermediários entre transações comerciais no Brasil, referindo – se especificamente ao sistema Pix.

O ministro enfatizou que o Pix representa uma infraestrutura soberana do Brasil, essencial para sua proteção e promoção como ferramenta de pagamento instantânea. “O Pix não é um produto concorrente, mas uma infraestrutura de pagamento inovadora, que deve ser valorizada e assegurada”, declarou.

Durigan ressaltou que empresas como Visa e Mastercard, que historicamente expressaram preocupações com o Pix no Brasil, reconheceram o aumento no volume de operações que realizam no país. “Essa dinâmica beneficia tanto o Brasil quanto as empresas multinacionais que operam aqui, impulsionando o dinamismo da economia”, afirmou.

Repercussão e Envolvimento da Família Bolsonaro

Em relação à família Bolsonaro, Durigan mencionou a possibilidade de informações terem sido encaminhadas às autoridades americanas sobre o uso do Pix por facções criminosas, motivando um ataque à ferramenta. “Considero um absurdo”, disse.

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O ministro também criticou a atuação da família Bolsonaro nos Estados Unidos, buscando medidas eleitorais, e o potencial de causar prejuízos e constrangimentos ao Pix.

Visita de Flávio Bolsonaro aos EUA

Esta semana, o senador Flávio Bolsonaro (PL – RJ), pré – candidato à Presidência da República, esteve nos Estados Unidos para uma reunião com o então presidente Donald Trump. Seu irmão, o ex – deputado Eduardo Bolsonaro, reside no país desde março de 2025, após ter seu mandato na Câmara dos Deputados cassado.

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