Dores Pélvicas na Gravidez: O que Laís Caldas e Dr. Carlos Barsotti explicam?

Laís Caldas fala sobre dores pélvicas na gravidez! Entenda com Dr. Carlos Barsotti o que é pubalgia e como tratar. Clique e saiba mais!

21/04/2026 10:05

2 min

Dores Pélvicas na Gravidez: O que Laís Caldas e Dr. Carlos Barsotti explicam?
(Imagem de reprodução da internet).

Dores Pélvicas na Gravidez: Laís Caldas Compartilha Experiência e Especialista Explica a Condição

A ex-BBB Laís Caldas, de 34 anos, compartilhou publicamente que enfrentou intensas dores na região pélvica durante o terceiro trimestre de sua primeira gestação com Gustavo Marsengo, também participante do BBB 22. A condição, conhecida como pubalgia, é uma dor que se localiza na região púbica e pode irradiar para a virilha, quadris e coxas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O cirurgião ortopedista Dr. Carlos Barsotti, da Hapvida NotreDame Intermédica, esclareceu o quadro. Segundo ele, pacientes com histórico de problemas pélvicos ou com maior risco de desenvolver a condição são os mais afetados.

Entendendo a Pubalgia Durante a Gestação

O médico explicou que, durante a gravidez, a pubalgia ocorre devido à produção do hormônio relaxina. Este hormônio tem a função de afrouxar os ligamentos pélvicos, preparando o corpo para o parto, o que aumenta a mobilidade e gera instabilidade articular.

Prevalência e Causas Biomecânicas

Dr. Barsotti informou que a pubalgia atinge cerca de 20% a 30% das gestantes. A incidência é maior a partir do segundo e terceiro trimestres, período em que o aumento do peso fetal e as mudanças biomecânicas exercem maior pressão sobre a estrutura pélvica.

Impactos da Dor e Opções de Tratamento

É importante notar que a pubalgia não representa risco direto para o bebê, mas pode afetar significativamente a saúde da mãe. O desconforto pode impactar a qualidade do sono e as atividades cotidianas.

Leia também

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Abordagens Não-Medicamentosas

O tratamento, conforme detalhado por Barsotti, foca em abordagens não-medicamentosas. Estas incluem:

  • Exercícios de baixo impacto, como pré-natal e hidroginástica, visando fortalecer o core e o assoalho pélvico.
  • Fisioterapia especializada, com foco na estabilização da região pélvica.
  • Uso de cintos de suporte pélvico para diminuir a sobrecarga articular.
  • Terapias complementares, como massagem e acupuntura.
  • Adaptação postural, como evitar cruzar as pernas e manter os joelhos juntos ao levantar da cama.

Intervenções em Casos Graves

Em situações mais severas, quando os tratamentos conservadores não são suficientes, a equipe médica pode considerar a prescrição de infiltrações. Estas são feitas com anestésicos locais e corticosteroides na sínfise púbica, a articulação cartilaginosa que une os ossos púbicos.

O cirurgião ressaltou que este procedimento pode oferecer um alívio temporário, sendo útil especialmente para pacientes com dor intensa que compromete a mobilidade e a qualidade de vida.

Autor(a):

Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!