Big Brother Brasil: Música como Ferramenta de Influência no Confinamento
Todas as manhãs, as luzes acendem na casa do Big Brother Brasil e os participantes são despertados por música alta, forçando-os a sair da cama e iniciar as discussões e polêmicas que caracterizam o reality show. A DJ Scheila Santos descreve essa prática como “a forma como alguém define o tom emocional do dia inteiro”.
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Em edições anteriores, músicas como “I Gotta Feeling” e “Don’t Stop the Music” provocavam o movimento de alguns participantes, enquanto outros demonstravam irritação.
Scheila analisou o impacto da seleção musical no jogo, ressaltando seu potencial para amplificar as emoções dentro do confinamento. Ela comparou a situação com a vida real, onde a pessoa tem a liberdade de se afastar de ambientes que não lhe agradam.
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No Big Brother, essa opção não existe, transformando a playlist em uma espécie de pista de dança, onde alguns se envolvem e outros se sentem incomodados.
Com o passar dos dias, a repetição da rotina de acordar com as luzes e o som pode gerar irritação e desgaste nos participantes. A tolerância diminui, e situações simples podem se transformar em conflitos. A DJ observou que muitos desentendimentos no BBB ocorrem nas primeiras horas da manhã, corroborando essa dinâmica.
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Scheila também destacou que a música é utilizada como forma de recompensa nas festas, permitindo que os participantes aliviem a pressão causada pela competição pelo prêmio milionário. Ela enfatizou que a playlist da festa tem um efeito diferente, promovendo união e alívio.
No Big Brother, a música desempenha um papel fundamental, influenciando o dia, a semana e o emocional dos participantes, contribuindo para a dinâmica do jogo.
