Dinheiro esquecido? PIS/Pasep libera R$ 2.800 – Descubra como resgatar!

“Revolucione suas finanças! Milhares de reais do PIS/Pasep estão aguardando por você! Verifique agora e não perca!”

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(Imagem de reprodução da internet).

Um novo período para resgatar valores antigos do PIS/Pasep começou nesta quarta-feira, 25 de março de 2026. Essa etapa inicial beneficia aqueles que já solicitaram o reembolso até o dia 28 de fevereiro. Para quem formalizou o pedido até 31 de março, o pagamento está previsto para 27 de abril, seguindo o cronograma estabelecido pelo governo.

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O fundo PIS/Pasep, criado entre 1971 e 1988, tinha como objetivo complementar a renda de trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos. É importante notar que ele não se confunde com o abono salarial atual. Os valores disponíveis, corrigidos pela inflação ao longo dos anos, podem ser resgatados por titulares ou seus herdeiros.

A estimativa de saldo médio é de cerca de R$ 2.800, podendo variar conforme o tempo de trabalho e os salários recebidos na época.

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Para verificar se você possui valores esquecidos do PIS/Pasep, é possível consultar a plataforma online. Para acessar, é necessário ter uma conta ativa. Após o login, basta inserir o número NIS (PIS/Pasep) para obter informações sobre a existência de valores a receber, juntamente com orientações sobre os próximos passos, inclusive em casos de beneficiários falecidos.

O número NIS (ou PIS/Pasep), um registro de 11 dígitos, está vinculado ao trabalhador e é utilizado tanto em vínculos empregatícios quanto em programas sociais. Ele pode ser encontrado em documentos como o extrato do FGTS, Cartão Cidadão ou outros registros de emprego.

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Para solicitar o reembolso, o pedido pode ser feito através do aplicativo do FGTS ou presencialmente em uma agência da Caixa. No caso do próprio trabalhador, é necessário apresentar um documento de identificação. Já os herdeiros precisam comprovar o direito ao saque com documentos como a certidão de dependentes habilitados à pensão, declaração do órgão pagador ou autorização judicial.

Após a solicitação, a Caixa analisa os dados e encaminha o pedido ao Ministério da Fazenda, responsável por autorizar o pagamento, que é depositado em conta bancária ou poupança social digital. É fundamental saber que, quem não solicitar o resgate até setembro de 2028, perderá o direito aos valores, que serão incorporados definitivamente ao Tesouro Nacional.

O fundo foi unificado em 1975 e extinto em 1988, sendo substituído pelo modelo atual de abono salarial. Em 2020, os recursos não sacados migraram para o FGTS e, posteriormente, para o Tesouro. Desde então, trabalhadores e herdeiros podem pedir a devolução dos valores esquecidos.

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