Dinamarca alerta: Trump insiste na compra da Groenlândia! 🤯 A primeira-ministra Frederiksen critica a persistência do presidente americano e define a pressão como “ameaça” à segurança da região. Saiba mais!
Em declarações feitas neste sábado (14 de fevereiro de 2026), durante um evento na Alemanha, a primeira-ministra da Dinamarca, Frederiksen (Partido Social Democrata, centro-esquerda), reiterou a preocupação do governo dinamarquês com a insistência do presidente dos Estados Unidos (Partido Republicano) em buscar a aquisição da Groenlândia, um território autônomo dentro do país.
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Frederiksen afirmou que o presidente americano mantém um interesse firme na posse do território, expressando que “infelizmente, o presidente dos Estados Unidos continua muito sério sobre adquirir o território dinamarquês”. A declaração surge em um momento de crescente tensão diplomática, com a Dinamarca buscando reforçar sua posição de que a Groenlândia não está disponível para venda.
A premiê classificou a pressão exercida sobre a Groenlândia como “totalmente inaceitável” e uma “ameaça” à segurança da região, que historicamente pertence à Dinamarca. Ela enfatizou que o governo dinamarquês já havia comunicado anteriormente que a Groenlândia não está em processo de venda.
O premier groenlandês, (Democratas, centro), também se manifestou contra as intenções de Trump, assegurando que não cederá às demandas do presidente. Ele justificou a posição, argumentando que o interesse americano é motivado por preocupações com a segurança da região, citando a influência de potências como Rússia e China.
A estratégia do governo americano, conforme apresentada pelo mandatário norte-americano, está ligada à proteção dos interesses estratégicos dos Estados Unidos na região do Ártico. A iniciativa visa conter a expansão da influência de potências como Rússia e China, além de garantir a segurança do território americano.
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As opções consideradas incluem o fortalecimento da presença da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na região, a busca por soberania sobre partes do território ou a implementação de medidas para impedir que países como a China explorem os recursos naturais da ilha.
O projeto central envolve a criação de um sistema de defesa antimíssil de múltiplas camadas, com o objetivo de proteger o território americano.
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