Didi, o Barbeiro que Topou o Topete de Pelé, Morre e Marca Era de Ouro no Santos

Didi, o barbeiro que topou o topete de Pelé, falece aos 87 anos! Uma história de amizade que encanta o Brasil. Saiba mais.

24/02/2026 17:09

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(Imagem de reprodução da internet).

Didi, o Barbeiro que Topou o Topete de Pelé, Morre aos 87 Anos

João Araújo, conhecido como Didi, o barbeiro responsável por eternizar o icônico topete de Pelé, faleceu na madrugada desta terça-feira, 24, após complicações decorrentes de duas cirurgias no intestino. Ele estava hospitalizado desde o início do mês na Beneficência Portuguesa, acompanhado de sua esposa e três filhos.

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O Encontro que Mudou a História

A história de Didi e Pelé começou em 1956, quando o jovem Edson Arantes do Nascimento, então com 15 anos, procurou a pequena barbearia situada próxima à Vila Belmiro. Pelé tinha um pedido específico: desejava um topete que ninguém conseguia acertar.

Didi, com sua habilidade e disposição, aceitou o desafio, e o corte logo agradou o futuro Rei do Futebol.

Uma Parceria de Vida Inteira

O que começou como um simples atendimento transformou-se em uma parceria de vida inteira. Mesmo após a aposentadoria de Pelé, Didi continuava a visitá-lo na casa de Guarujá, mantendo o estilo que o acompanhou em Copas do Mundo, capas de revistas e compromissos oficiais.

A proximidade e a amizade fortaleceram o vínculo entre os dois.

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A Barbearia como Símbolo do Santos

A barbearia de Didi, localizada ao lado da Vila Belmiro, tornou-se uma extensão simbólica do Santos Futebol Clube. A presença de ídolos do clube, como Pelé, aliada às fotos e chuteiras autografadas nas paredes, consolidava a relação entre o barbeiro e o clube.

Uma dedicatória marcante, “Para o Didi, o maior barbeiro do Brasil”, celebrava a importância de Didi na história do Santos.

Homenagem do Ex-Atacante

Pepe, ex-atacante do Santos, também prestou homenagem a Didi, afirmando que a barbearia “nunca foi apenas um espaço de cuidado e vaidade”, mas sim um ponto de encontro de histórias e amizades que atravessaram gerações. A perda de Didi marca o fim de uma era e a celebração de uma amizade que transcendeu o futebol.

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