Díaz-Canel faz promessa ousada, entrega AK-47 e acusa EUA em crise energética!
Díaz-Canel faz promessa ousada e entrega AK-47 a Silvio Rodríguez! Entrevista chocante revela a determinação de Cuba contra os EUA. Saiba mais.
Em meio a crescentes pressões dos Estados Unidos, o presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, concedeu uma entrevista ao político espanhol Pablo Iglesias. A conversa, que teve Iglesias como anfitrião em Havana, juntamente com outros líderes de esquerda internacional, revelou a determinação do governo cubano em defender a soberania da ilha, especialmente diante da crise energética agravada pelo embargo imposto pelo governo Trump.
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Em um momento marcante da entrevista, publicada em redes sociais por Iglesias, Díaz-Canel expressou sua disposição de “dar a vida pela revolução”, demonstrando a profundidade do compromisso com o país.
Resposta à Crítica e Presente do Fuzil AKM
A declaração ousada de Díaz-Canel veio em resposta a um comentário do cantor e compositor cubano Silvio Rodríguez, que em seu blog “Segunda Cita” (Segundo Encontro) havia exigido um AKM caso o país fosse atacado. Em um gesto de apoio, o governo cubano presenteou Rodríguez com o fuzil e uma réplica da arma, reconhecendo sua “disposição patriótica” na defesa do país.
Rodríguez, conhecido por sua atuação como “trovador e ilustrador”, tem sido um crítico das políticas econômicas do governo Díaz-Canel.
Acusações aos EUA e Preparação para o “Pior Cenário”
Durante a entrevista, Díaz-Canel reiterou suas acusações contra os Estados Unidos, apontando para problemas estruturais que afetam a ilha há décadas. Ele afirmou que “todas as misérias, todos os males” foram eliminados graças à Revolução de 1959.
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A situação se agravou com a interrupção do fornecimento de petróleo da Venezuela, principal parceiro comercial de Cuba, após a prisão do ditador Nicolás Maduro pelos EUA, e a subsequente suspensão do fornecimento por outros países, incluindo o México.
Escassez de Combustível e Descontentamento Popular
A falta de combustível gerou uma grave crise, com apagões totais em Havana e outras cidades na última semana. A escassez de combustível interrompeu serviços públicos e o transporte de alimentos, intensificando o descontentamento da população. Em algumas cidades, surgiram protestos incomuns, com cidadãos usando panelas e acendendo fogueiras na escuridão.
Plano de Defesa e Apoio Popular
Díaz-Canel reconheceu o descontentamento público e garantiu que as autoridades estão buscando soluções. Ele anunciou que o país está se preparando para “o pior cenário” através de um plano para aumentar a prontidão da população para a defesa, que inclui “participação popular”.
Ele enfatizou a importância de cada cubano desempenhar seu papel na defesa da soberania nacional, com a maioria da população demonstrando disposição para apoiar o governo.
Preparativos das Forças Armadas e Ameaças dos EUA
O vice-ministro das Relações Exteriores de Cuba, Carlos Fernández de Cossío, declarou no dia anterior, em entrevista à NBC News, que as forças armadas de seu país estão se preparando para um possível ataque militar dos Estados Unidos, intensificando ainda mais a tensão na região.
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