A Polícia Federal entregou ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, documentos referentes a uma nova investigação. O pedido também inclui uma solicitação de suspeição por parte do ministro Dias Toffoli, que é o relator do caso.
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A informação surgiu após a PF encontrar referências a Toffoli em celulares de Vorcaro, fundador da instituição financeira Master.
Resposta do Ministro Toffoli
O gabinete de Toffoli afirmou que o pedido da PF não tem legitimidade, pois a instituição não faz parte do processo, conforme o artigo 145 do Código de Processo Civil. O ministro disse que a resposta será apresentada a Fachin. Ele ressaltou que a investigação pode levar a medidas estruturantes para o mercado financeiro brasileiro.
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Conteúdo das Apurações
Jornalistas Daniela Lima e Fabio Serapião relataram que o material apreendido nos celulares de Vorcaro inclui conversas entre o proprietário do Banco Master e Toffoli, além de mencionar integrantes do Congresso Nacional e outras pessoas com e sem foro especial no STF.
A PF identificou elementos que justificam novas linhas de investigação após analisar o conteúdo.
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Próximos Passos da Investigação
Os documentos foram encaminhados a Fachin para deliberação. A PF aguarda “encaminhamento técnico e jurídico” para cada investigação. O ministro Toffoli já redistribuiu dois casos relacionados ao inquérito para instâncias inferiores: um contra o ex-presidente do Rioprevidência e outro contra o investidor da segunda fase da operação Compliance Zero.
Pressão e Posicionamento de Toffoli
Advogados do Banco Master, membros do Executivo e do Legislativo, pressionam para que Toffoli deixe o caso. Há também propagandas na mídia que sugerem que o ministro está apenas esperando apoio público –que já veio de outros ministros– para enviar o caso para a primeira instância.
Toffoli, por sua vez, mantém a posição de que não há motivos para se declarar impedido e que a investigação pode resultar em medidas para fortalecer o mercado financeiro brasileiro.
Conclusão
A investigação sobre o Banco Master continua no STF, com o ministro Dias Toffoli mantendo sua relatoria e buscando fortalecer o sistema financeiro brasileiro. A situação envolve diversas partes e busca esclarecer as fraudes e suas consequências.
