Deville expande atuação com The Westin em São Paulo

Novo Endereço no Coração de São Paulo
São Paulo continua a ser um dos destinos mais procurados no Brasil. Para quem chega à cidade a trabalho, para eventos ou para visitar clientes, o bairro do Itaim Bibi, com seus escritórios, restaurantes e avenidas de acesso, é o ponto de referência. É nesse cenário que a Deville, empresa fundada em Curitiba pela família Canet, acaba de estabelecer sua presença na capital paulista, instalando o The Westin São Paulo em um complexo na avenida Juscelino Kubitschek.
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Expansão da Deville e oFaturamento em Ascensão. Em 2025, a Deville registrou um faturamento de R345 milhões, um aumento de 32% em relação ao ano anterior. Essa expansão estratégica impulsionou a rede a investir em marcas internacionais, como a Westin, da Marriott, consolidando sua posição no mercado hoteleiro brasileiro.
A unidade de São Paulo, inaugurada em julho de 2025, já movimentou R 32 milhões nos primeiros seis meses de operação.
Declaração do CEO
“Era uma decisão estratégica nossa.
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Nós precisávamos ter um hotel em um bairro bom,”
afirma Jayme Canet Neto, CEO da Rede Deville.
Projeções para 2026 e Novos Horizontes. Com o sucesso da unidade de São Paulo, a Deville projeta um faturamento de R 423 milhões para 2026. O plano da empresa inclui a consolidação do Westin na capital paulista, a reforma de hotéis já em operação e a exploração de novas praças, como Rio de Janeiro, Brasília e outros pontos da região metropolitana de São Paulo.
A História da Deville: Do Café a Hotéis. A história da Deville começou longe dos hotéis, no norte do Paraná, no ciclo do café. Entre as décadas de 1940 e 1960, Londrina era um dos principais centros de produção de café do estado. A família Canet, que tinha sua base no setor agrícola, passou a diversificar seus negócios, entrando no setor imobiliário e, quase por acaso, na hotelaria.
O primeiro hotel nasceu de um prédio residencial em Curitiba, que estava com aluguel baixo e precisava ser desocupado. A solução encontrada foi transformar o edifício em um hotel.
A Escolha da Marca Westin
A Deville já operava o Marriott São Paulo Airport, em Guarulhos, e decidiu utilizar outra marca da Marriott na capital paulista para atrair hóspedes estrangeiros e empresas com contratos globais. “A questão da marca estava bem clara. Uma bandeira internacional traz uma diária média muito maior do que a nossa,” afirma Jayme Canet Neto, CEO da Rede Deville.
Perfil dos Hóspedes do Westin. Mais de 70% dos hóspedes da unidade de São Paulo são estrangeiros. Essa escolha estratégica visa aumentar a diária média e atrair um público com maior poder aquisitivo. A ocupação do hotel não sofreu grandes variações, o que impacta diretamente na tarifa que a Deville consegue cobrar.
Investimentos em Qualidade e Modernização. A Deville investe, em média, mais de R 20 milhões por ano em reformas e atualizações de seus hotéis. O objetivo é manter a estrutura física e o atendimento em alto padrão, evitando que os hotéis fiquem com aparência de imóveis antigos sem manutenção.
A rede mede a satisfação dos hóspedes com sistemas internos desde 2014.
Modelo de Negócio da Deville
A Deville adota um modelo diferente do usado por muitas redes globais, sendo dona dos imóveis e operando os hotéis. Esse formato, chamado de asset heavy, exige mais investimento, mas garante maior controle sobre a operação. A empresa decide quando reformar, quanto investir e qual padrão manter.
Novos Projetos e Perspectivas. A Deville está expandindo sua atuação em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, com o objetivo de consolidar o Westin e relançar o Deville Maringá sob a bandeira Prime. A empresa também pretende reformar o hotel de Curitiba, onde iniciou sua trajetória no setor hoteleiro.
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