Desfile Polêmico da Escola de Samba Apela a Eleições e Acusado de Abuso!

Desfile da escola de samba choca e gera denúncia! Enredo com Lula causa polêmica e acusações de abuso de poder. O que está por trás da controvérsia? Saiba mais!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Um desfile de escola de samba ocorrido durante o Carnaval de 2026 está sob investigação após a apresentação ter sido acusada de conter elementos com clara conotação política. O enredo, que homenageava o presidente (PT), utilizou o samba-enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, gerando controvérsia e acusações de abuso de poder.

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Detalhes da Apresentação e Acusações

A legenda do desfile indicou que a apresentação tinha um caráter político-eleitoral, com foco no ex-presidente (PL) e utilizando jingles associados a campanhas anteriores, além de referências a urnas eletrônicas e imagens do PT. A escola recebeu um financiamento público de R$ 1 milhão da Embratur, o que intensificou as críticas.

Repercussão e Declarações Políticas

O senador (PL-RN), líder da Oposição no Senado, classificou o desfile como “um palanque político” e alertou para a necessidade de análise judicial. Ele enfatizou que a utilização de um evento cultural para fins eleitorais é uma afronta à ética e ao princípio da isonomia.

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Outros congressistas do PL, como Carlos Portinho e Sóstenes Cavalcante, também expressaram preocupação com o caso, acusando o governo de abuso de poder.

Críticas e Reações Adicionais

O deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB) descreveu o desfile como um “show de horrores” e criticou o episódio como um “desrespeito à fé cristã e ao povo brasileiro”. A declaração de Sóstenes Cavalcante, por sua vez, ressaltou a ausência de menção às condenações do ex-presidente Lula em relação a crimes de corrupção.

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Investigação e Próximos Passos

O Poder360 entrou em contato com a Secom (Secretaria de Comunicação Social) para obter uma resposta do governo federal, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem. A expectativa é que o caso seja analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que deverá determinar se houve abuso de poder e quais as sanções cabíveis.

O caso levanta questões sobre os limites da liberdade de expressão em eventos culturais e a possível utilização de recursos públicos para fins eleitorais. A investigação continua em andamento, com a esperança de que a Justiça Eleitoral possa esclarecer os fatos e garantir a lisura do processo eleitoral.

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