Descoberta Surpreendente: Asteroides Podem Ser Desviados Sem Explosões!

Descoberta chocante! Cientistas revelam como desviar asteroides pode ser possível sem explosões. Novo estudo do CERN e Oxford redefine a estratégia

21/03/2026 11:20

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(Imagem de reprodução da internet).

Desvio de Asteroides: Uma Nova Abordagem em Testes

A ideia de desviar um asteroide pode parecer complexa, mas novos estudos estão começando a mostrar que métodos mais controlados, sem a necessidade de explosões, podem ser viáveis. Um experimento recente revelou que materiais de asteroides são capazes de suportar níveis de energia extremos sem se fragmentar, e em alguns casos, até se tornam mais resistentes durante o processo.

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Para investigar esse comportamento incomum, uma equipe de pesquisa utilizou uma amostra do meteorito Campo del Cielo e a submeteu a feixes de prótons de 440 GeV na instalação HiRadMat, do CERN. A análise foi realizada em tempo real, utilizando laser Doppler vibrometry – uma técnica que permite medir vibrações e deformações sem danificar o material.

Essa abordagem foi crucial para entender as respostas do material sob alta energia.

Os resultados superaram as expectativas, indicando que a resistência do material era maior do que o previsto. A explicação reside na complexa estrutura interna, que redistribui o estresse de forma inteligente. Essa capacidade permite que o material resista a impactos intensos, e em certos momentos, até mesmo aumente sua resistência.

A velocidade com que o material é submetido a estresse também desempenha um papel importante, com maior estresse resultando em maior capacidade de dissipar energia.

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Essas descobertas abrem caminho para estratégias mais precisas de desvio de asteroides, eliminando a necessidade de fragmentação do corpo celeste. A abordagem envolve transferir energia para o interior do asteroide, alterando sua trajetória com um controle muito maior.

O estudo ajuda a diminuir as discrepâncias entre os resultados de testes laboratoriais e o comportamento observado de meteoros ao entrarem na atmosfera terrestre. A pesquisa envolveu a participação da Universidade de Oxford e uma parceria com a Outer Solar System Company, com os resultados publicados na revista Nature Communications.

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