Deputados de Direita Atacaram Proposta de Lei e Alertam: “Nova Mordaça Ideológica”

Deputados de Direita em Guerra nas Redes Contra Lei Polêmica! 🤯
Ameaças e acusações contra a proposta que criminaliza a misoginia! Saiba mais!

25/03/2026 3:46

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(Imagem de reprodução da internet).

Deputados de Direita Mobilizam Redes Sociais Contra Proposta de Lei

Deputados de diferentes partidos de direita têm intensificado o uso das redes sociais para expressar sua oposição a uma proposta de lei que busca criminalizar a misoginia. A iniciativa, apresentada pela senadora do PDT, foi discutida na terça-feira, 24 de março de 2026. A proposta define misoginia como a manifestação de ódio ou aversão direcionada às mulheres, buscando equiparar essa conduta a crimes de racismo, garantindo tratamento jurídico igualitário e tornando os atos inafiançáveis e imprescritíveis.

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A reação não demorou a surgir. Alguns parlamentares argumentam que a proposta pode gerar “divisão e ódio” entre homens e mulheres. Em suas postagens na plataforma X, a deputada do PL do Distrito Federal expressou preocupação com o que ela considera um “projeto de divisão e ódio”, afirmando que trabalhará para “derrotar” a proposta. O deputado do PL do Minas Gerais a chamou de “aberração”, enquanto o representante do PL do São Paulo criticou a iniciativa como uma “mordaça ideológica” que ameaça a presunção de inocência.

A deputada do PL do Santa Catarina classificou a proposta como “censura”, alertando para o risco de uso da lei para atacar e silenciar mulheres, além de potencialmente incluir acusações de transfobia. Em suas declarações na rede social X, ela enfatizou que a proposta pode ser utilizada para atacar homens simplesmente por serem homens. A discussão se intensifica com a possibilidade de a lei, caso aprovada, resultar em penas de até cinco anos de prisão e multa para quem praticar atos discriminatórios ou preconceituosos contra mulheres, especialmente em casos de violência doméstica.

Segundo o dicionário Aurélio, misoginia se refere ao desprezo ou à aversão às mulheres, ou à repulsa mórbida do homem ao contato sexual com elas. A proposta, se sancionada, poderia criminalizar atos que causem constrangimento, humilhação ou exposição indevida a mulheres, considerando que essas atitudes não seriam aplicadas a outros grupos minoritários. A discussão levanta questões sobre liberdade de expressão e a definição de preconceito, gerando debates acalorados entre os parlamentares e a sociedade civil.

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