Deputado Thiago Rangel e Rodrigo Bacellar Prisões em Operação Unha e Carne!

Operação Unha e Carne: Deputado Thiago Rangel preso! Investigação da Seeduc no Rio expõe esquema fraudulento e envolve figuras de destaque. Ação da PF aponta

05/05/2026 10:01

2 min

Deputado Thiago Rangel e Rodrigo Bacellar Prisões em Operação Unha e Carne!
(Imagem de reprodução da internet).

Operação Unha e Carne: Prisões e Denúncias na Seeduc do Rio

A Operação Unha e Carne, que culminou na prisão do deputado estadual Thiago Rangel (Avante) no Rio de Janeiro na manhã de terça-feira (5), está diretamente ligada à prisão anterior do ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, ocorrida em dezembro de 2025.

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A ação, que se encontra na sua quarta fase, visa desmantelar uma organização criminosa envolvida em fraudes em licitações de materiais e serviços para a Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro, especificamente em obras de reforma escolar.

Além de Rangel, a operação resultou na prisão de cinco outros indivíduos e na condução de buscas e apreensões em diversas cidades do Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Miracema e Bom Jesus do Itabapoana. Bacellar, já preso em dezembro de 2025, enfrentou novas acusações e foi novamente detido em março deste ano, durante uma fase da mesma operação.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) o denunciou, juntamente com o ex-deputado Thiego Raimundo dos Santos Silva (conhecido como TH Joias), por obstrução de investigação relacionada ao Comando Vermelho.

Denúncias e Envolvimento de Autoridades

As denúncias da PGR também incluem o desembargador Macário Ramos Júdice Neto, sua esposa, Jéssica de Oliveira Lima, e seu assessor parlamentar, Thárcio Nascimento Salgado. A investigação aponta que esses indivíduos atuaram em conjunto para prejudicar a Operação Zargun, deflagrada em setembro de 2025, que tinha como objetivo desarticular uma organização criminosa ligada ao tráfico internacional de armas, corrupção e lavagem de capitais, liderada pelo Comando Vermelho.

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As investigações da Polícia Federal (PF) iniciaram após a análise de mídias apreendidas na primeira fase da operação. A PF descobriu um esquema de direcionamento de contratos para empresas vinculadas à organização criminosa, que atuava na Diretoria Regional Noroeste da Seeduc. A investigação revelou que os recursos públicos eram desviados, com os responsáveis fazendo saques e transferências para empresas ligadas ao grupo criminoso, que também administrava uma rede de postos de combustíveis.

A CNN Brasil tenta contato com a defesa do deputado Thiago Rangel para obter seu posicionamento sobre o caso. A operação continua em andamento, com a PF buscando evidências adicionais para fortalecer o caso e desmantelar a organização criminosa.

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