Na terça-feira, 13 de janeiro de 2026, o Deputado Federal (PL-RJ) manifestou preocupação com a resposta da Polícia Federal (PF) em relação ao ruído constante gerado por um equipamento de ar-condicionado instalado próximo à cela onde se encontra o ex-presidente (PL).
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A corporação ofereceu protetores auriculares como solução.
Carlos afirmou ter sido informado de que Bolsonaro estava sujeito a “exposição contínua a ruído intenso e enlouquecedor” causado pelo sistema de ar-condicionado. Segundo o ex-vereador, a medida demonstra que os responsáveis estavam cientes da situação, mas não corrigiram a raiz do problema.
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“Em vez de eliminar a causa do problema, foi-lhe fornecido protetores auriculares como uma suposta solução”, declarou. A defesa do ex-presidente argumentou que o ruído constante estava afetando a saúde e o bem-estar do preso.
A PF informou que não é possível resolver o problema imediatamente. Carlos considerou que a solução transfere ao preso a responsabilidade de suportar uma condição adversa criada pelo ambiente de custódia.
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“O fato por si só evidencia que os responsáveis têm pleno conhecimento dessa irregularidade, mantendo a condição adversa e transferindo ao custodiado o ônus de suportá-la”, afirmou. Carlos ressaltou que o ruído, a privação de descanso e o ambiente hostil configuram um tratamento degradante, especialmente considerando o estado de saúde do ex-presidente.
“Especialmente quando impostos a alguém com quadro de saúde sensível”, declarou.
O ex-vereador defendeu a adoção de medidas imediatas, ressaltando que a custódia não autoriza práticas que atentem contra a dignidade humana. “Nenhuma custódia autoriza humilhação. Nenhuma medida administrativa pode substituir o dever do Estado de assegurar dignidade, integridade e humanidade”, escreveu.
As declarações se somam a outras manifestações de outros filhos de Jair Bolsonaro.
