Deputado Europeu Vistisen Usa Palavrões em Confronto com Trump sobre Groenlândia

Deputado europeu, Anders Vistisen, usa palavrões contra presidente Trump em disputa pela Groenlândia. Tensão aumenta com alegações de controle americano.

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(Imagem de reprodução da internet).

Político Europeu Reagiu com Palavrões em Confronto com Presidente dos EUA

Anders Vistisen (Partido Popular) enfrentou uma repreensão durante uma sessão no Parlamento Europeu na terça-feira, 20 de janeiro de 2026. O deputado dinamarquês utilizou linguagem ofensiva ao se dirigir ao presidente dos Estados Unidos.

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Vistisen expressou sua discordância com a intenção de controle americano sobre a Groenlândia, utilizando a frase “fuck off” e afirmando: “Senhor presidente: caia fora”. A expressão tem o sentido de “cair fora”, referindo-se à exclusão da ilha da influência americana.

O vice-presidente do Parlamento Europeu, Nicolae Ștefănuță, interrompeu o discurso, alertando Vistisen sobre o uso de palavrões. A situação evidenciou a tensão em torno do controle da Groenlândia.

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Alegações de Relevância Estratégica e Ameaças

O presidente dos EUA, Donald Trump, defende que a Groenlândia possui relevância estratégica para os Estados Unidos. Essa posição não é recente, tendo Trump visitado a região em 2019 durante seu primeiro mandato.

Trump declarou que, caso não consiga controlar a Groenlândia “do jeito fácil”, então fará “do jeito difícil”. O republicano também, após os eventos recentes envolvendo uma ação militar dos EUA na Venezuela, afirmou que “não precisa do direito internacional” e que seu poder é limitado apenas por sua ““.

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Trump argumenta que a Groenlândia é fundamental para a segurança nacional dos EUA, visando afastar a “ameaça russa” e mencionando a construção do Domo de Ouro, um sistema de defesa para proteger o país de mísseis. O custo estimado do Golden Dome é de .

Resposta da Groenlândia e Decisão do Governo

O primeiro-ministro da Groenlândia, , declarou em 13 de janeiro que o território autônomo escolheria seguir ligado à Dinamarca, e não aos EUA. Essa decisão demonstra a resistência do território à influência americana.

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