Deputado do PL critica tratamento de Bolsonaro e questiona tornozeleira eletrônica

Deputado do PL critica tratamento de Bolsonaro na prisão e questiona tornozeleira eletrônica. STF condena ex-presidente e encerra recursos.

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(Imagem de reprodução da internet).

O deputado federal do Partido Liberal (PL) manifestou suas opiniões sobre a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso na carceragem da Polícia Federal em Brasília. O congressista argumentou que o tratamento imposto ao ex-presidente é mais rigoroso do que o aplicado a outros políticos envolvidos em processos judiciais semelhantes.

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Ele ressaltou que, em casos como o de Collor, o tempo de detenção foi limitado a 36 horas, conforme decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Divergências no Tratamento Judicial

O deputado enfatizou que a atuação do ministro Alexandre de Moraes não se alinha com decisões anteriores, destacando que Collor, ao violar a tornozeleira eletrônica, não foi imediatamente encaminhado para a prisão. Ele acredita que há uma diferença no tratamento dado ao ex-presidente Bolsonaro em comparação com outros casos.

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Comparação com o Caso Lula

O parlamentar comparou a situação de Bolsonaro com a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando este ficou preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba. Ele mencionou que Lula tinha direito a vigília, cela aberta e múltiplas visitas simultâneas, o que transformava a carceragem em um local de interação.

Questionamentos sobre a tornozeleira eletrônica

O deputado expressou dúvidas sobre a necessidade da tornozeleira eletrônica no caso de Bolsonaro. Ele argumentou que, considerando a vigilância constante em uma prisão residencial, com a possibilidade de acesso da polícia à residência e o uso de câmeras, a utilização da tornozeleira eletrônica para um indivíduo de 71 anos com problemas de saúde é desnecessária.

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Decisão do STF e Julgamento Concludo

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado pela 1ª Turma do STF a pena de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados aos atos de 8 de Janeiro. O processo transitou em julgado, encerrando a possibilidade de recursos.

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