Deputado Apresenta Denúncia Explosiva: Blindagem Governamental na CPMI do INSS!

Blindagem Governamental na CPMI do INSS! Deputado expõe tentativas de obstrução na investigação de desvios em aposentadorias. “Lulinha” e outros são protegidos. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

CPMDI do INSS Aponta Blindagens Governamentais na Investigação de Desvios

Em entrevista exclusiva ao Poder360, na quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, o relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, deputado do União Brasil-AL, expôs preocupações sobre o que ele considera uma tentativa de obstrução da investigação.

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O deputado detalhou como o governo estaria “blindando” a convocação de figuras-chave, incluindo o filho do presidente, conhecido informalmente como “Lulinha“, e outras pessoas envolvidas em suspeitas de desvios em aposentadorias e pensões.

O relator enfatizou que essa prática não é nova, mencionando a mobilização da base governamental e o apoio de partidos aliados para evitar a participação de indivíduos com vínculos com o governo. Ele ressaltou a necessidade de uma investigação imparcial, livre de influências e “relações promíscuas”, citando a falta de demonstração de compromisso por parte do PT com os partidos coligados.

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O deputado expressou esperança de que a declaração do presidente sobre o fim das blindagens seja cumprida.

A investigação da CPMI revelou que o filho do presidente recebeu mesadas de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, no valor de R$ 300 mil. Além disso, foi constatada a proximidade entre Lulinha e Roberta Luchsinger, com viagens conjuntas, incluindo uma para Portugal.

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O relator da comissão indicou que o governo também tem tentado impedir a convocação de outras figuras, como a lobista Roberta Luchsinger e a publicitária Daniela Fonteles, além de empresas ligadas ao Santander, PicPay, Crefisa e C6 Bank.

O deputado afirmou que os congressistas estão sendo influenciados por seus próprios interesses, unindo-se para resistir à convocação ou à quebra de sigilo. Ele concluiu que a investigação deve ser conduzida sem “bandido de estimação”, buscando a confiança da sociedade brasileira.

O relator detalhou que a blindagem se manifesta de diversas formas, incluindo congressistas que evitam comparecer para não se comprometer, seguindo cegamente as orientações do líder do governo, e aqueles que se colocam na posição de defender os envolvidos.

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