Deputado acusa senador de “fraude”: CPI do INSS em polêmica explosiva!
“Fraude” na CPMI: Pimenta acusa Viana de fraudar democracia! Deputado rebate quebra de sigilo bancário do filho de Lula. Crise na CPMI!
Uma série de eventos turbulentos envolvendo a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) gerou grande polêmica. A aprovação, por uma margem questionável, da quebra do sigilo bancário do filho do presidente Lula, Fábio Luís da Silva, conhecido como “Lulinha”, desencadeou uma reação forte do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS).
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Em entrevista à Jovem Pan, nesta quinta-feira (26), Pimenta acusou o senador e presidente da CPMI, Carlos Viana, de fraudar a democracia, alegando que a situação envolveu uma conduta desonesta e incompatível com o papel de um parlamentar, especialmente um senador da República.
Ao ser questionado sobre a oposição à quebra do sigilo, Pimenta argumentou que não há provas concretas do envolvimento de Lulinha no caso, enfatizando que a CPI recebeu milhares de documentos, mas que estes não estabelecem qualquer ligação entre o empresário e a investigação sobre fraudes em descontos associativos e empréstimos consignados.
A Acusação e a Denúncia
Pimenta intensificou a acusação contra Carlos Viana, afirmando que o senador sabia que havia 14 votantes, mas contabilizou apenas sete, levando à decisão de aprovar a quebra do sigilo bancário. Ele ressaltou que essa atitude não pode ser tolerada e que Viana precisa ser responsabilizado por essa “fraude”.
“Viana era conhecido como o senador Carlos Viana, agora ele é conhecido como o fraudador Carlos Viana”, declarou o deputado, demonstrando sua indignação.
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Conflito e Acusações Durante a CPMI
A tensão aumentou durante a 32ª reunião da CPMI, onde os deputados e senadores votaram outros 86 requerimentos, incluindo a quebra dos sigilos bancário e fiscal do Banco Master e novas convocações. Houve um intenso debate e, em determinado momento, um conflito irrompeu, com deputados da base governista e da oposição se envolvendo em uma confusão.
O deputado do Novo, Luiz Lima, foi atingido por um soco do deputado do PP, Rogério Correa, o que gerou um vídeo publicado por Lima nas redes sociais.
Investigação e Convocatórias
A investigação, iniciada em 2025, foi motivada por um pedido de relatórios de inteligência financeira e quebra de sigilos, liderado por Alfredo Gaspar (União-AL). A Operação Sem Desconto, que investiga o esquema de descontos não autorizados, revelou que mensagens extraídas do celular do principal operador do esquema, Antônio Carlos Camilo Antunes (Careca do INSS), mencionavam repasses de pelo menos R$ 300 mil para “o filho do rapaz”, uma referência a Lulinha.
Além das quebras de sigilo, a CPMI aprovou convocações de outros envolvidos, como o ex-executivo do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, o ex-deputado André Luis Dantas Ferreira (André Moura), a empresária Danielle Miranda Fontelles e Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA).
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