Deputada Erika Hilton Defende LGBTQIA+ e Pressiona Senado em Parada SP

Deputada Defende Reconhecimento da Comunidade LGBTQIA+ no Avanço da PEC da Jornada de Trabalho
Em discurso realizado no domingo (7 de junho de 2026), a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) destacou o papel fundamental da comunidade LGBTQIA+, em especial a população negra e travesti, no avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que flexibiliza a escala de trabalho 6×1. A fala ocorreu na avenida Paulista, durante um evento da Parada LGBT+ de São Paulo.
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Comunidade LGBTQIA+ e Mudanças Políticas
A congressista enfatizou que a principal vitória da classe trabalhadora brasileira foi alcançada graças à atuação dessa comunidade. Hilton associou o avanço da pauta trabalhista à presença da população LGBT+ em espaços de poder, argumentando que o país precisa reconhecer a capacidade dessa comunidade de promover mudanças através da participação institucional. A deputada ressaltou a importância da presença e da luta da comunidade LGBTQIA+ na política.
Mobilização e Pressionando o Senado
Erika Hilton também expressou a necessidade de a comunidade LGBTQIA+ continuar a ocupar os espaços públicos com força e determinação, pressionando o Senado da República para avançar na análise da PEC. A deputada solicitou que o presidente do Senado, (União Brasil-AP), acelere o processo, ressaltando que o Brasil almeja mais tempo, descanso e dignidade. A deputada enfatizou a importância da mobilização da comunidade para pressionar o Senado.
Parada LGBT+ e Temas Eleitorais
A edição de 2026 da Parada LGBT+ de São Paulo teve como tema “30 anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma”. A deputada Erika Hilton aproveitou a ocasião para reforçar a conexão entre a ocupação das ruas e a participação política, defendendo a reeleição do presidente (PT) em 2026. Durante o discurso, ela mencionou casos de violência contra pessoas LGBTQIA+, como os de Luana Barbosa e Laura Vermont, e a importância de lutar por dignidade, justiça e pelo bem viver.
A deputada Hilton apresentou o texto original da proposta, que previa uma jornada normal de até 8 horas diárias e 36 horas semanais, com 4 dias de trabalho por semana. A PEC que muda a jornada semanal de 44 horas para 40 horas, sem redução salarial, foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio de 2026 e segue para análise do Senado. A proposta foi impulsionada por mobilização do movimento VAT (Vida Além do Trabalho), fundado pelo vereador Rick Azevedo (Psol-RJ).
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