Deputada do PL Sai do Partido Após Pressão e Ameaça de Apoio a Rival!

Deputada do PL deixa partido! Reunião com Valdemar decide futuro político. Veja as opções e a pressão para o Senado em 2027.

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(Imagem de reprodução da internet).

Deputada Federal do PL-SC Deixa Partido Após Negociações

A deputada federal do Partido Liberal (PL) de Santa Catarina anunciou sua saída do partido, após uma reunião com o presidente do PL, na tarde de quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026. A informação foi divulgada pelo repórter do UOL. A congressista, que ainda não definiu seu futuro político, estava avaliando diferentes opções após o encontro.

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Vagas para o Senado e Propostas do PL

Durante a reunião, o presidente do PL, Valdemar, comunicou que uma das vagas para o Senado seria destinada ao vereador do PL do Rio de Janeiro. A outra vaga seria preenchida por um nome indicado pela federação entre o PL e o Partido Progressistas. Valdemar sugeriu que a deputada avaliasse a possibilidade de ser candidata a vice-governadora ou buscar a reeleição, com o objetivo de liderar o PL a partir de 2027.

Pressão e Alternativas Propostas

Apesar da recusa inicial da deputada em aceitar as propostas, a Executiva Nacional do PL sinalizou apoio à manutenção de uma chapa pura do partido para o Senado, com De Toni e Carlos Bolsonaro. O governador de Santa Catarina e pré-candidato à reeleição, também do PL, comentou sobre a situação na terça-feira, 3 de fevereiro, durante um evento em Brasília, sem detalhar a posição do partido.

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Apoio do PP e Alternativa ao Prefeito

Com a decisão da deputada, o apoio do PL agora se concentra no senador do Progressistas. Houve pressão dos presidentes do União Brasil e do PP para que uma vaga ao Senado fosse destinada à federação. Ambos os partidos teriam indicado nomes que apoariam um adversário do governador Jorginho Mello caso o PL insistisse em lançar uma chapa pura.

O coordenador da federação entre União Brasil e PP em Santa Catarina, o deputado do União Brasil, afirmou que o PL teria até o fim de fevereiro para escolher entre De Toni e Carlos Bolsonaro. Caso contrário, os partidos apoiariam o prefeito de Chapecó, do PSD, ao governo estadual.

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