Deputada acusa Lula e pede extradição urgente à Espanha para o “Lulinha”

Deputada acusa Lula (“Lulinha”) de fraudes na Previdência! Representação pede prisão preventiva e extradição da Espanha. Urgente!

26/02/2026 16:53

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(Imagem de reprodução da internet).

Deputada Federal Apresenta Representação Pedindo Prisão de Lula

A deputada federal Rosangela Moro (União Brasil-SP) formalizou nesta quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, uma representação criminal no Ministério Público Federal (MPF), solicitando a prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

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O documento, assinado por outros 47 congressistas, acusa o ex-presidente de envolvimento em fraudes na Previdência Social.

Solicitações à Interpol e Extradição

Além da prisão preventiva, a representação inclui o pedido de inclusão de Lulinha na difusão vermelha da Interpol e sua extradição, com foco na Espanha. Os parlamentares argumentam que a situação exige medidas urgentes para garantir a aplicação da lei.

Acusações e Evidências Apresentadas

Os deputados alegam que Lulinha atuaria como um “sócio oculto” do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, que já está preso desde 12 de setembro de 2025. A acusação se baseia no fato de que o ex-presidente teria recebido cerca de R$ 300 mil por mês de um empresário, sendo considerado o principal articulador das fraudes na Previdência.

Preocupações com Evasão e Risco à Segurança Jurídica

Os parlamentares expressam preocupação com a permanência de Lulinha em Madrid, na Espanha, desde 2025, argumentando que essa situação representa um risco de evasão definitiva para países sem tratados de extradição com o Brasil. Eles destacam que, diante das novas provas apresentadas por delatores, a permanência do ex-presidente em solo estrangeiro deixa de ser uma opção de domicílio e configura um risco concreto à aplicação da lei penal.

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Recomendação ao MPF

Em um trecho da representação, os deputados recomendam ao Ministério Público Federal que tome as providências necessárias diante dos fatos narrados, considerando a gravidade das acusações e o risco à segurança jurídica.

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