Denúncia Formal: Ataques Americanos à CIDHA Família de Pescador Colombiano Reage

Denúncia acusa ataques dos EUA a pescador colombiano, Alejandro Carranza. Advogado Dan Kovalik apresenta formalmente pedido à CIDH. Alega execução extrajudicial

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(Imagem de reprodução da internet).

Denúncia Formal Contra Ataques Americanos à CIDH

A família de um pescador colombiano, Alejandro Carranza, supostamente vítima de um ataque dos Estados Unidos no Caribe, apresentou uma denúncia formal à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). A petição, apresentada pelo advogado americano Dan Kovalik, alega que Carranza foi morto em uma execução extrajudicial, violando seus direitos humanos.

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Busca por Justiça e Compensação

Kovalik declarou à CNN que a equipe busca compensação para a família e o fim de práticas semelhantes. No entanto, não detalhou os métodos para alcançar essas demandas. A denúncia aponta o Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, como o responsável por ordenar o bombardeio de barcos, incluindo o de Carranza, e o assassinato de todos a bordo.

Alegações e Contestações

O advogado afirma que Carranza, um pescador de marlim e atum, estava no mar quando foi morto, com seu barco exibindo um sinal de socorro devido a problemas mecânicos. O presidente colombiano, Gustavo Petro, já havia declarado que Carranza era um pescador de longa data sem vínculos com o tráfico de drogas, e que suas ações não justificavam a pena de morte.

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Resposta da CIDH e Investigação

A CIDH expressou preocupação com os ataques americanos e enfatiza que as petições permitem que vítimas de violações de direitos humanos obtenham ajuda. Se aceitas, a comissão fará recomendações ao país responsável para prevenir a recorrência de eventos, investigar os fatos e fazer reparações.

O presidente Petro anunciou que convocará uma comissão de advogados colombianos para investigar o que ele considera “crimes” no Caribe.

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Próximos Passos e Reações

Kovalik foi contratado para representar Petro em 24 de outubro, dia em que ele foi acusado de ter um “papel no comércio global de drogas ilícitas”. O presidente nega as acusações. A CIDH insta os Estados Unidos a garantir que as operações de segurança, incluindo aquelas realizadas além de suas fronteiras, sejam consistentes com as obrigações internacionais de direitos humanos.

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