Delcy Rodríguez se oferece para diálogo com EUA; busca agenda de “desenvolvimento compartilhado”. Ministra do Petróleo busca relação harmoniosa com Washington.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, surpreendeu ao se manifestar publicamente, no último domingo, 4, oferecendo-se para colaborar com os Estados Unidos em uma agenda de “desenvolvimento compartilhado”. A atitude representa uma mudança de tom, sendo a primeira vez que Rodríguez adota uma postura conciliatória desde o início das tensões com Washington.
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Em comunicado divulgado nas redes sociais, a ministra do Petróleo declarou que o governo venezuelano prioriza a construção de relações respeitosas com Washington. A mensagem enfatiza o desejo de uma transição para um relacionamento mais harmonioso entre os dois países.
A oferta de colaboração veio acompanhada de uma nota oficial, na qual Rodríguez ressaltou a importância de seguir o direito internacional para fortalecer a convivência entre as comunidades. A proposta visa estabelecer uma base para o diálogo e a cooperação em áreas de interesse mútuo.
O presidente Donald Trump, por sua vez, expressou otimismo em relação à iniciativa. Ele acredita que os povos e a região merecem paz e diálogo, em vez de conflitos e guerras. A declaração de Trump sinaliza uma abertura para negociações.
Apesar da oferta de Rodríguez, o governo venezuelano mantém sua posição de que as detenções de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, são um ato de sequestro e que Maduro continua sendo o líder legítimo do país. Essa postura persiste, apesar da pressão internacional.
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Em resposta à oferta de diálogo, Trump alertou que, caso a Venezuela não coopere com os esforços dos EUA para destravar o setor de petróleo e interromper o tráfico de drogas, ele poderá ordenar um novo ataque. A ameaça demonstra a persistência das tensões e a complexidade da situação.
Adicionalmente, Trump fez um comentário sobre o regime de Cuba, afirmando que ele “parece estar pronto para cair” por conta própria, sem necessidade de intervenção externa. Essa declaração, embora controversa, reflete a avaliação do presidente americano sobre a situação geopolítica da região.
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