Delcy Rodríguez assume cargo de presidente interina na Venezuela após captura. Sanções EUA e UE permanecem. Trump apoia Rodríguez e alerta sobre nova operação militar
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, permanece sob sanções impostas em 2018 pelos Estados Unidos e pela União Europeia. A punição, que inclui o congelamento de ativos financeiros e a proibição de sua entrada nos dois territórios, permanece em vigor.
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O nome de Rodríguez figura na lista do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos Estados Unidos, juntamente com outras autoridades venezuelanas.
A sanção, originada sob o governo de Donald Trump, foi motivada por alegações de atuação antidemocrática e violações dos direitos humanos no país. A União Europeia também implementou a medida, em resposta à eleição que levou Maduro ao poder, que foi considerada injusta por alguns governos europeus.
Em uma reviravolta na política venezuelana, Delcy Rodríguez foi capturada pelos Estados Unidos. Após a captura, ela assumiu o cargo de presidente interina na segunda-feira, 5 de janeiro de 2025, conforme o comunicado oficial.
Durante seu juramento, Rodríguez declarou: “Assumo com dor, mas com honra, e vou defender a soberania do país. Nunca mais seremos colônia”, afirmou.
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O ex-presidente Donald Trump expressou apoio à vice-presidente Rodríguez para liderar a Venezuela após a queda de Maduro. Ele propôs uma agenda de cooperação focada no desenvolvimento compartilhado, dentro do direito internacional.
No entanto, Trump alertou que uma nova operação militar na Venezuela permanece uma possibilidade, caso Rodríguez não coopere com as autoridades norte-americanas ou não se comporte conforme o esperado.
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