Defesas Rebatem Acusações no Caso Marielle e Anderson: Falta de Provas e Críticas Explosivas
Defesas acusam falta de provas no caso Marielle e Anderson! Reafirmam inocência dos réus. Críticas da família e da PGR à acusação. Saiba mais.
Defesas Argumentam Falta de Provas no Caso Marielle e Anderson
Em uma terceiraªfeira (24 de fevereiro de 2026), as defesas dos cinco acusados no caso do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes apresentaram seus argumentos, reiterando a inocência dos réus. As principais alegações giram em torno da ausência de provas concretas que liguem os acusados ao crime, além das delações de Ronnie Lessa e Elcio de Queiroz, considerados os executores do crime. As defesas também expressaram solidariedade e respeito à memória de Marielle e sua família.
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Argumentos das Defesas Individuais
Cleber Lopes, advogado de Chiquinho, destacou a “angústia” de não saber quem ordenou o assassinato da vereadora, mas enfatizou que a liberdade de pessoas não pode ser sacrificada por falta de provas nos autos. Ele também mencionou o sofrimento da família de Marielle, contrastando-o com a situação dos acusados. Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, foi acusado de manter relações com milícias, o que a defesa negou, argumentando que a acusação se baseia apenas na delação premiada com Ronnie Lessa. Gabriel Habib, advogado de Robson Calixto Fonseca, também negou qualquer envolvimento com milícias.
Contestações à Denúncia da PGR
As defesas contestaram a tese da denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR), classificando-a como “esquizofrênica”. Ronald Paulo Alves Pereira, acusado de monitorar Marielle, argumentou que a PGR tentou fazer um “deslocamento discursivo” para buscar a condenação, sem provas. Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil, negou envolvimento em interferir nas investigações e afirmou não conhecer os irmãos Brazão. As defesas também questionaram a acusação de que Barbosa recebia propinas ou participava de lavagem de dinheiro.
Reações da Família e da PGR
Após as sustentações das defesas, a família de Marielle e Anderson Franco, liderada pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, criticou a falta de sensibilidade das teses apresentadas. Monica Benício, viúva de Marielle, classificou as argumentações como “esdrúxulas” e “mentirosas”, ressaltando a ausência de consideração pelas famílias. A PGR, por meio do ministro Alexandre de Moraes, do STF, validou o acordo de delação premiada com Ronnie Lessa, considerando a colaboração corroborada por outros elementos probatórios.
Conclusão
O caso Marielle Franco e Anderson Gomes continua complexo, com as defesas buscando desconstruir a acusação e a PGR defendendo a validade das provas apresentadas. A busca por justiça e a verdade sobre o crime permanece em curso, com o sistema judiciário buscando reunir todas as evidências para elucidar o caso e garantir que os responsáveis sejam devidamente punidos.
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