Defesa de Vorcaro Expressa Preocupação com Vazamentos de Dados Pessoais
Durante o depoimento no STF, a defesa de Ubiratan Cazetta manifestou preocupação com a possível quebra do sigilo do telefone do banqueiro, Daniel Vorcaro. A principal objeção era relacionada à divulgação de informações pessoais, argumentando que a preocupação não residia em relações comerciais do banco, mas sim em interações privadas.
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Pedido de Sigilo Telemático e Questionamentos sobre Cautelares
O advogado Roberto Podval solicitou a autorização telemática para a extração de dados do celular de Vorcaro, condicionando-a à garantia do sigilo absoluto. Houve questionamentos sobre a vinculação entre a autorização e a liberdade do investigado, além de discussões sobre a revogação das cautelares, considerando semelhanças com casos anteriores.
Foco nas Relações Pessoais e Críticas à Investigação
Podval reiterou que a grande preocupação da defesa era com as relações pessoais de Vorcaro, e não com o banco em si. Ele criticou o que considerava um vazamento de informações pessoais e a falta de foco na fraude que levou à liquidação do Banco Master.
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Vorcaro expressou o desejo de estabelecer a verdade sobre o caso, reconhecendo erros e a necessidade de evitar que o banco sofresse prejuízos.
Investigação e Críticas à Fase Atual
A investigação da Polícia Federal apura um esquema de fraudes bilionárias contra o sistema financeiro, envolvendo os sócios do Banco Master e fundos de investimento. O caso está sob a relatoria do ministro Dias Toffoli, devido a indícios de envolvimento de autoridades com prerrogativa de foro.
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A liquidação extrajudicial do Banco Master e do Will Bank representou o maior rombo bancário do país, com o esquema consistindo na venda de títulos de renda fixa de alto rendimento, financiando artificialmente fundos de investimento.
