Daniel Vorcaro: Defesa se retira da Operação Compliance Zero em SP

Defesa de Daniel Vorcaro sai da defesa no caso Master. Polícia Federal intensifica buscas em SP na 2ª fase da Operação Compliance Zero.

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(Imagem de reprodução da internet).

A equipe de defesa do empresário Daniel Vorcaro, acusado de fraude no caso do Banco Master, anunciou sua saída da defesa. A informação foi divulgada pela Jovem Pan. A operação está sendo conduzida pela Polícia Federal, que deflagrou a segunda fase da Operação Compliance Zero, focada em endereços ligados a Vorcaro e seus familiares em São Paulo.

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Fase da Operação Compliance Zero

Na manhã de 14 de janeiro, a Polícia Federal iniciou a segunda fase da Operação Compliance Zero, investigando um suposto esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master. A operação visa apurar crimes como organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de capitais.

Ao todo, 42 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. A Justiça determinou medidas de sequestro e bloqueio de bens e valores que somam R$ 5,7 bilhões.

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Declaração da Defesa

Em resposta às medidas de busca e apreensão, a defesa de Daniel Vorcaro afirmou ter conhecimento das ações e ressaltou a colaboração integral e contínua do empresário com as autoridades. Os advogados asseguraram que todas as determinações judiciais serão cumpridas com total transparência.

Início das Investigações

As investigações foram iniciadas em 2024, após solicitação do Ministério Público Federal, que investigava a possível fabricação de carteiras de crédito falsas por uma instituição financeira. O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em novembro de 2025, devido a uma crise de liquidez e indícios de irregularidades financeiras.

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A liquidação do Banco Master gerou um dos casos mais complexos e debatidos do sistema financeiro brasileiro, envolvendo a Polícia Federal, o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Supremo Tribunal Federal (STF), além da expectativa de mais de 1,6 milhão de clientes que aguardam o ressarcimento de seus investimentos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

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