Dan Caine: EUA manterão tropas na Venezuela após captura de Maduro

Forças americanas permanecem na Venezuela após ataques em Caracas. General Dan Caine declara prontidão para defender interesses dos EUA. Maduro em Nova York com destino a tribunal

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(Imagem de reprodução da internet).

Ação Militar Americana na Venezuela e Permanência de Tropas

O general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, declarou neste sábado (3) que as forças militares americanas permanecerão na região da Venezuela por um período sem definição. A declaração segue a realização de ataques em larga escala no país vizinho e a captura do presidente Nicolás Maduro, ocorrida durante a madrugada.

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Segundo Caine, a permanência das tropas americanas visa manter um estado de prontidão para projetar poder e defender os interesses dos Estados Unidos na região.

A intervenção é vista como um ato de responsabilização em relação àqueles que representam uma ameaça à estabilidade da região. A operação, autorizada pelo presidente Donald Trump, empregou tropas de elite da Força Delta, com apoio de rastreamento da CIA.

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Os ataques se concentraram na capital, Caracas, e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, com duração aproximada de 90 minutos.

Testemunhas descreveram a ocorrência de explosões, interrupções no fornecimento de energia elétrica e a presença de aeronaves especializadas envolvidas na operação. O presidente Donald Trump classificou o planejamento da missão como “brilhante” e confirmou a retirada de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, do país.

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Destino de Nicolás Maduro e Acusações

Atualmente, o líder venezuelano está a bordo do navio USS Iwo Jima, com destino a Nova York. Informações indicam que a embarcação fará uma breve escala na base militar de Guantánamo, em Cuba, para facilitar a transferência direta de Maduro a um tribunal em solo americano.

A captura visa levar o político a julgamento por acusações de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e posse de armas destrutivas. O governo americano oferece uma recompensa de 50 milhões de dólares por essas acusações.

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