Desastres climáticos causam prejuízos de US$ 100 bilhões nos EUA em 2025. Análise da Climate Central aponta para aumento de eventos extremos e riscos.
Desastres climáticos, como tempestades frequentes, impactaram significativamente os Estados Unidos em 2025, gerando perdas financeiras que ultrapassaram os US$ 100 bilhões. Esse patamar foi atingido pela quinta vez nos últimos seis anos, evidenciando a crescente frequência e intensidade desses eventos.
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Os dados foram divulgados na quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, pela Climate Central, uma organização independente composta por cientistas e comunicadores que se dedicam à pesquisa e ao relato de fatos relacionados às mudanças climáticas. A organização destaca que essa situação reflete tanto o aumento da intensidade dos desastres climáticos quanto a expansão da população em áreas vulneráveis a tempestades, elevando o risco para indivíduos e propriedades.
Segundo o jornal , a Climate Central assumiu o controle do banco de dados conhecido como National Oceanic and Atmospheric Administration – Administração Oceânica e Atmosférica Nacional, após o anúncio do governo Trump de que não coletaria mais informações sobre o tema.
Esse banco de dados é crucial para o monitoramento e a análise dos impactos dos desastres climáticos.
Apesar de um total de US$ 115 bilhões em danos causados por desastres, os dados revelam que 2025 foi o ano menos custoso desde 2019, ainda assim, permaneceu acima da média anual de US$ 67 bilhões que se estende desde 1980. Essa comparação demonstra a tendência de aumento dos custos associados a eventos climáticos extremos.
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Mais da metade dos custos com desastres em 2025 – US$ 61 bilhões – foram atribuídos aos incêndios florestais que devastaram Los Angeles, na Califórnia, em janeiro de 2025. Esses incêndios representaram um dos eventos mais significativos em termos de impacto financeiro.
As tempestades severas foram responsáveis por cerca de US$ 51 bilhões em danos. A maioria dessas tempestades ocorreu ou teve origem na região central dos EUA, onde a umidade do Golfo do México flui para o interior e se confronta com o ar mais frio e seco proveniente do Canadá.
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