Inteligência do Cliente: A revolução chegou! 🚀 Empresas agora têm dados, mas ainda tratam o cliente como estranho. Descubra como a IA generativa muda o jogo! 🤖✨
Por Bárbara Vallim. Empresas nunca tiveram tanto acesso a dados sobre seus clientes. Sabem o que compram, quando compram, por qual canal, com qual frequência. Mas, ainda assim, continuam tratando o cliente como um estranho a cada interação. Ter dados não é ter inteligência, e essa distinção será crucial para determinar quem lidera e quem desaparece nos próximos anos.
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A maioria das empresas ainda opera em um modelo de estímulo-resposta. O cliente pesquisa um produto, recebe um anúncio, abandona o carrinho, ganha um cupom, liga para reclamar e recebe um pedido de desculpas e outro cupom. Cada ação dispara uma reação da empresa, quase sempre atrasada, genérica e raramente memorável.
O cliente não quer ser perseguido, ele quer ser compreendido.
A inteligência artificial generativa surge como uma ferramenta poderosa para a personalização, permitindo interpretar o contexto e identificar as intenções do cliente, agindo proativamente, muitas vezes antes que ele precise solicitar. Customer Intelligence é o uso da inteligência artificial para a personalização proativa.
Pense em um aplicativo de delivery. Atualmente, a experiência depende totalmente do usuário: ele sente fome, abre o app, navega por diversas opções, monta o pedido e finaliza. A empresa apenas processa uma decisão que o cliente tomou sozinho. Às vezes, recebe uma notificação de alguma promoção.
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Agora, imagine o inverso: são 19h de quinta-feira, horário em que você costuma pedir comida japonesa. Seu restaurante favorito tem tempo de entrega baixo nesse horário, e o app sugere antecipadamente o pedido habitual com um toque. O cliente decide em um clique ou ignora sem atrito.
A diferença é filosófica: a empresa espera, o novo modelo antecipa.
Se a oportunidade é tão clara, por que poucas empresas operam assim? Porque antecipar exige algo que a maioria não construiu: uma visão unificada do cliente. Um relatório da Salesforce revela que 79% dos clientes esperam consistência entre departamentos, mas apenas 55% sentem que conversam com áreas isoladas, não com uma empresa.
Transparência e confiança são pilares competitivos. Se a empresa não consegue mostrar como os dados são usados e dar controle ao cliente, a personalização se transforma em vigilância. O caminho é conquistar o direito de praticar a personalização através da transparência real.
A empresa que fizer essa virada com o Customer Intelligence vai criar um novo padrão de relacionamento e deixar para trás quem ainda está esperando o cliente levantar a mão.
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