Captura de Maduro e Envolvimento de Cuba e Venezuela
Em 6 de janeiro, Cuba revelou a identidade de 32 soldados cubanos envolvidos na captura do presidente Nicolás Maduro em Caracas. A divulgação ocorreu um dia após o exército venezuelano informar a morte de 23 militares.
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Maduro, juntamente com sua esposa, foi detido em 3 de janeiro. Ambos estão atualmente em Nova York, onde declararam sua inocência em relação às acusações de narcotráfico e terrorismo. A dupla alega ter sido vítima de injustiças.
O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, acusou as forças americanas de terem realizado um ataque “a sangue-frio” contra a equipe de segurança de Maduro, que incluiu o bombardeio de Caracas e outros três estados venezuelanos.
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Cuba divulgou uma lista com os nomes dos militares cubanos mortos, revelando que 21 pertenciam ao Ministério do Interior, incluindo três oficiais de alta patente – dois coronéis e um tenente-coronel. Os 11 militares restantes eram membros das Forças Armadas Revolucionárias, predominantemente soldados.
O exército venezuelano, por sua vez, publicou obituários em sua conta do Instagram na segunda-feira, homenageando as vítimas. A lista incluía cinco almirantes, 16 sargentos de diversas patentes e dois soldados.
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Cuba e Venezuela mantêm uma relação de cooperação histórica e abrangente, com colaboração em setores cruciais como defesa, saúde e educação. Essa parceria se consolida através de acordos estratégicos entre os dois países.
