Cuba entra em crise! Governo anuncia medidas emergenciais com apoio dos EUA. Tarifas e restrições são confirmadas. Saiba mais!
Em um movimento considerado de emergência, o governo cubano anunciou na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, um pacote de medidas drásticas para enfrentar uma crise multifacetada. As ações, que entram em vigor imediatamente, visam garantir a continuidade de serviços essenciais em um cenário de crescente pressão internacional, especialmente dos Estados Unidos.
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O pacote inclui o fechamento temporário de alguns hotéis, uma medida que visa controlar o fluxo de turistas e liberar recursos. Além disso, a semana de trabalho foi reduzida para quatro dias nas empresas estatais, buscando otimizar a produção e a distribuição de recursos.
Há também limitações na venda de combustíveis, com o objetivo de controlar o consumo e evitar escassez, e uma redução no transporte público, com menos viagens de ônibus e trens entre as províncias.
Os horários escolares foram reduzidos, e as universidades adotarão um sistema de aulas semipresenciais, uma adaptação necessária diante das restrições e da necessidade de otimizar o uso de recursos. O governo também implementará o teletrabalho para minimizar os impactos da crise em diversos setores da economia.
A iniciativa visa garantir a continuidade das operações, mesmo em um contexto de dificuldades.
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A decisão ocorre em um momento de forte pressão dos Estados Unidos, liderados pelo presidente Donald Trump (Partido Republicano), que tem reiterado a necessidade de um acordo entre os países, alertando que “é antes da hora demais”. Trump também expressou preocupação com a situação econômica de Cuba, afirmando que o país “sem a ajuda da Venezuela”.
A administração Trump anunciou a intenção de impor tarifas para quem enviar petróleo aos cubanos, após a captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro de 2026.
Cuba tem demonstrado disposição para dialogar com os Estados Unidos, mas sem abrir mão de sua soberania. A situação econômica do país tem sido afetada por uma série de fatores, incluindo sanções internacionais e a crise política interna. A busca por soluções e o estabelecimento de relações diplomáticas continuam sendo prioridades para o governo cubano.
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