Cruyff: Segredo chocante por trás da ausência na Copa de 1978!

Cruyff chocado! Segredo revelado após não ir à Copa de 1978. A polêmica que abalou o mundo! Descubra o motivo por trás da decisão do craque.

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(Imagem de reprodução da internet).

A Laranja Mecânica e o Legado de Johan Cruyff

Johan Cruyff é, sem dúvida, um dos maiores nomes da história do futebol, um gênio que encantou o mundo com seu talento. Apesar de sua genialidade, o craque holandês nunca conquistou uma Copa do Mundo, um fato que, por vezes, obscurece seu legado.

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Cruyff foi o cérebro da seleção holandesa, que alcançou o vice-campeonato em 1974. A estreia da equipe contra o Uruguai, em Hannover, é considerada um dos jogos mais emocionantes de todos os tempos. A jogada que o consagrou como a “laranja mecânica”, referência ao filme de Stanley Kubrick, impressionou o mundo todo.

O time de Rinus Michels era conhecido pela sua versatilidade, com jogadores que se moviam livremente, como um carrossel, sem posição fixa. Além de Cruyff, Neeskens, Van Hanegem, Krol e Rensenbrink eram outros destaques da equipe. A Holanda, com Pedro Rocha, Pablo Forlán, Luis Cubilla, Fernando Morena e Ladislao Mazurkiewicz, derrotou o Uruguai por 2 a 0, com dois gols de Cruyff.

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A imprensa da época descrevia o estilo de jogo holandês como “futebol total”. A Holanda se tornou a única seleção a vencer os três grandes da América do Sul em uma mesma Copa, derrotando Uruguai, Argentina e Brasil, com um gol de Cruyff e outro de Neeskens, em Dortmund, contra a equipe comandada por Zagallo.

Em 1978, na Argentina, a Holanda já não era mais o time brilhante de 1974. O técnico Rinus Michels havia sido substituído por Ernst Happel, e Cruyff não viajou à América do Sul. A versão mais difundida é que ele não foi à Copa em protesto contra a ditadura argentina, mas, em 2010, o ex-jogador revelou que, antes da viagem, sua casa em Barcelona foi invadida por um sequestrador armado, o que o fez temer pela segurança de sua família e, por isso, ele decidiu não defender a “laranja mecânica”.

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Cruyff deixou um legado inegável no Ajax e no Barcelona. Como treinador do Barcelona, ele revolucionou o clube, implementando um novo estilo de jogo e investindo na formação de jovens talentos. Para se aprofundar na história deste ícone, que faleceu há dez anos, a leitura de “Johan Cruyff 14, a autobiografia” (Editora Grande Área) é altamente recomendada.

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