Cristália e SUS Buscam Parceria com Tratamento Inovador para o SUSA Polilaminina
Polilaminina: Tratamento inovador para SUSA pode chegar ao SUS!
Laboratório Cristália busca vender tratamento que surpreende na recuperação de pacientes com lesões medulares. Entrevista crucial com Dra. Tatiana! Saiba mais
Polilaminina: Farmacêutica Cristália Busca Vender Tratamento para o SUS
A polilaminina, substância inovadora que tem demonstrado resultados surpreendentes na recuperação de movimentos em pacientes com lesões medulares, vive um momento decisivo. A farmacêutica dona do tratamento, Laboratório Cristália, manifestou formalmente interesse em vendê-lo para o Sistema Único de Saúde (SUS).
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Entrevista ao Roda Viva e Pontos Cruciais
Em entrevista ao programa Roda Viva na última segunda-feira (23/02), a pesquisadora da UFRJ e “mãe” da descoberta, Dra. Tatiana, esclareceu pontos cruciais sobre o futuro do medicamento, sua patente e a chegada ao sistema público de saúde. A entrevista foi um marco importante para a divulgação do tratamento e para a discussão sobre o acesso da população brasileira a terapias inovadoras.
Patente e Exclusividade de Produção
Um dos temas centrais da entrevista foi a perda da patente original, que ocorreu devido à falta de pagamento de taxas pela UFRJ em anos anteriores. No entanto, a Dra. Tatiana tranquilizou o público ao afirmar que o impacto negativo foi, principalmente, a desaceleração da pesquisa.
Para garantir a viabilidade do tratamento, o Laboratório Cristália agiu estrategicamente, depositando novas patentes (nacional em 2022 e internacional em 2023), o que garante exclusividade de produção pela farmacêutica brasileira até 2043.
Interesse do SUS e Escala de Produção
O Laboratório Cristália já manifestou formalmente o interesse em vender o tratamento para o SUS assim que o registro definitivo for concedido pela Anvisa (estimado para o final de 2026 ou 2027). Para suportar essa demanda, o laboratório está investindo pesado: Aquisição de fábrica: Compra da unidade da Takeda em Jaguariúna (SP).
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Novo complexo: Investimento de R$ 400 milhões em uma nova planta em Itapira para produção em larga escala. Matéria-prima: A polilaminina é extraída da placenta humana. Atualmente, a Cristália já estoca o princípio ativo e afirma que uma única placenta pode gerar até três frascos do remédio.
Custos e Desafios
Embora o valor final de mercado ainda não tenha sido fixado — pois depende da aprovação regulatória e de negociações de incorporação tecnológica —, a Dra. Tatiana destacou no Roda Viva que o foco da parceria com a Cristália é garantir o acesso do SUS ao tratamento.
Ela reforçou que o medicamento está na Fase 1 do estudo clínico e que a eficácia é maior quando aplicado em até 72 horas após a lesão. “A judicialização excessiva atrapalha a ciência, pois os pacientes fora dos protocolos clínicos não geram dados científicos controlados”, pontuou a pesquisadora.
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