Detenção de Maduro e Cilia Flores em Nova York gera reações internacionais e questionamentos sobre a legitimidade da ação.
A complexa situação política na Venezuela ganhou novos capítulos com a detenção do presidente interino Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em Nova York. A operação, realizada em 3 de janeiro de 2026, foi conduzida pelos Estados Unidos, gerando reações internacionais e questionamentos sobre a legitimidade da ação.
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O incidente começou com um ataque militar norte-americano a Caracas e outras cidades venezuelanas, resultando em um saldo estimado de 80 mortos, segundo informações do New York Times. A operação, que envolveu o uso de 150 caças e bombardeiros, visava a captura de Maduro e Flores, que buscavam refúgio após o ataque.
Nicolás Maduro, em sua primeira audiência no Tribunal do Distrito Sul de Nova York, se identificou como “presidente da República da Venezuela” e alegou ter sido “sequestrado”. Cilia Flores também se declarou inocente e sua defesa mencionou que Maduro apresenta “problemas de saúde” e que ambos necessitam de atenção médica.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acompanhou a operação em tempo real de Mar-a-Lago, na Flórida, e afirmou que Maduro tentou buscar refúgio no momento do ataque. O republicano também destacou que Maduro estava utilizando abafadores de ruído a bordo do navio USS Iwo Jima.
A operação militar norte-americana em território venezuelano gerou questionamentos sobre a falta de aprovação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Trump justificou a ausência de aprovação, afirmando que era “desnecessária”.
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No entanto, surgiram dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA, que exigem a aprovação do Congresso norte-americano.
Delcy Rodríguez, vice-presidente e presidente interina da Venezuela, classificou a ação dos EUA como uma violação da soberania venezuelana e reafirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país. Ela também declarou que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.
A situação permanece tensa, com a expectativa de que a comunidade internacional busque soluções para a crise política na Venezuela. A detenção de Maduro e Flores e a operação militar norte-americana representam um ponto de inflexão na história do país, com implicações para a segurança regional e a estabilidade política.
A complexa situação política na Venezuela ganhou novos capítulos com a detenção do presidente interino Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em Nova York. A operação, realizada em 3 de janeiro de 2026, foi conduzida pelos Estados Unidos, gerando reações internacionais e questionamentos sobre a legitimidade da ação.
O incidente começou com um ataque militar norte-americano a Caracas e outras cidades venezuelanas, resultando em um saldo estimado de 80 mortos, segundo informações do New York Times. A operação, que envolveu o uso de 150 caças e bombardeiros, visava a captura de Maduro e Flores, que buscavam refúgio após o ataque.
Nicolás Maduro, em sua primeira audiência no Tribunal do Distrito Sul de Nova York, se identificou como “presidente da República da Venezuela” e alegou ter sido “sequestrado”. Cilia Flores também se declarou inocente e sua defesa mencionou que Maduro apresenta “problemas de saúde” e que ambos necessitam de atenção médica.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acompanhou a operação em tempo real de Mar-a-Lago, na Flórida, e afirmou que Maduro tentou buscar refúgio no momento do ataque. O republicano também destacou que Maduro estava utilizando abafadores de ruído a bordo do navio USS Iwo Jima.
A operação militar norte-americana em território venezuelano gerou questionamentos sobre a falta de aprovação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Trump justificou a ausência de aprovação, afirmando que era “desnecessária”.
No entanto, surgiram dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA, que exigem a aprovação do Congresso norte-americano.
Delcy Rodríguez, vice-presidente e presidente interina da Venezuela, classificou a ação dos EUA como uma violação da soberania venezuelana e reafirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país. Ela também declarou que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.
A situação permanece tensa, com a expectativa de que a comunidade internacional busque soluções para a crise política na Venezuela. A detenção de Maduro e Flores e a operação militar norte-americana representam um ponto de inflexão na história do país, com implicações para a segurança regional e a estabilidade política.
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