Crise Nuclear: Novo START Expira e o Mundo se Preocupa com o Futuro da Segurança Global

Crise Nuclear: Mundo em Alerta com Fim do Novo START! 🚨 O que acontece agora? O tratado de 2010 entre EUA e Rússia chegou ao fim, gerando pânico global. Papa Leão XIV alerta para risco de nova corrida armamentista. 🤯

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(Imagem de reprodução da internet).

Crise Nuclear: Novo START Expira e o Mundo se Preocupa

A situação internacional aqueceu nesta quinta-feira (5), com o fim da vigência do Novo START, um tratado de controle de armas firmado em 2010. O acordo, que limitava o número de ogivas nucleares estratégicas de Estados Unidos e Rússia, expirou à meia-noite GMT, desencadeando preocupações sobre o futuro da segurança global.

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A data de término, 5 de fevereiro de 2026, marca um ponto crítico em um cenário de crescente tensão geopolítica.

O fim do Novo START, que estabelecia limites de 1.550 ogivas estratégicas para cada país, coincide com declarações de ambos os lados sobre o futuro das negociações. O secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou o evento como “um momento sério para a paz e a segurança internacionais”, e instou Washington e Moscou a retomarem as mesas de negociações sem demora, buscando estabelecer um novo quadro de controle de armas.

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A urgência da situação é evidente, com analistas alertando para o risco de uma nova corrida armamentista, impulsionada pelo aumento das capacidades nucleares da China.

A Rússia, por meio de seu Ministério das Relações Exteriores, expressou pesar pelo fim do tratado, enquanto o presidente Vladimir Putin enfatizou a necessidade de agir com prudência e responsabilidade. O assessor diplomático de Putin, Yuri Ushakov, ressaltou a abertura de Moscou para negociações e a busca por estabilidade estratégica.

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No entanto, a cautela americana, personificada pelas declarações do secretário de Estado Marco Rubio, demonstra a complexidade da situação. Rubio enfatizou a necessidade de incluir a China em qualquer acordo de controle de armas, devido ao rápido crescimento do arsenal chinês.

A China, por sua vez, reafirmou a importância de manter a estabilidade estratégica global, e declarou que “nesta etapa” não participaria de eventuais negociações nucleares. O porta-voz da diplomacia chinesa, Lin Jian, destacou que as capacidades nucleares do país são de uma escala diferente das dos Estados Unidos e da Rússia.

O Vaticano também se manifestou, com o Papa Leão XIV alertando para o risco de uma nova corrida armamentista e fazendo um apelo urgente para que não se abandone o instrumento sem garantir um seguimento concreto e eficaz.

A situação é ainda mais tensa devido ao aumento das capacidades nucleares da China. Analistas calculam que o país possui 550 lançadores estratégicos, abaixo dos 800, cada um, dos Estados Unidos e da Rússia. A comunidade internacional, representada por organizações como a ICAN, e até mesmo sobreviventes das bombas atômicas lançadas em 1945, pedem que os Estados Unidos e a Rússia se comprometam publicamente a respeitar os limites do Novo START, enquanto se negocia um novo quadro.

A pressão internacional é grande, com a esperança de que a razão prevaleça e que o mundo evite um desastre nuclear.

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