Crise no INSS: Aprovação Polêmica e Confronto que Abalam Governo em 2026
Crise no INSS: Aprovação polêmica de sigilos e confusão no plenário! O filho do presidente no centro da disputa. Veja os detalhes chocantes.
Aprovação Controvertida de Sigilos em Votação de Corte
Durante a sessão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) desta quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, foi aprovada a concessão de sigilos fiscais e bancários. O caso envolve o filho do presidente (PT). A aprovação ocorreu após uma votação governista de 18 a 12 a favor da aprovação de um requerimento que permitia a votação de todos os pedidos em bloco, em vez de individualmente.
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A estratégia de votação em bloco surgiu em meio à investigação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, onde o governo buscava apoio do Centrão, que vinha tentando impedir a votação de requerimentos relacionados a instituições financeiras como Master, Santander, BMG, PicPay e C6 Consignado.
A sessão foi interrompida após uma discussão acalorada, durante a qual o deputado (PT-MG) atingiu o deputado (Novo-RJ). A sessão foi suspensa devido à confusão.
O senador e presidente da CPMI (Podemos-MG) explicou que a aprovação em bloco exigia a maioria dos votos ou 15 parlamentares presentes, conforme o painel de 31. Apesar de apresentarem 7 votos contrários, a pauta foi aprovada.
Viana afirmou que não age “politicamente” e que o “jogo virou” ao se referir à derrota dos governistas. Ele ressaltou que a base governista buscava “bloquear toda a pauta”, mas não possuía os votos necessários, de acordo com o próprio regimento.
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O deputado (PT-RS) criticou o ocorrido, afirmando que a situação “atenta contra a democracia” e foi uma “ação ilegal”. Ele citou o artigo 14 do regimento do Senado, que estabelece que, em votações simbólicas, o que prevalece é a maioria física dos presentes, e não a maioria qualificada.
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