Crise no Crédito Rotativo: Volume Atinge R$ 109,7 Bi com Juros Alarmantes!

Crédito rotativo dispara e atinge R$ 109,7 bi em 2026! Taxas de juros sobem a 428,3% e demandam atenção. Saiba mais!

27/04/2026 09:41

2 min

Crise no Crédito Rotativo: Volume Atinge R$ 109,7 Bi com Juros Alarmantes!
(Imagem de reprodução da internet).

Crédito Rotativo Atinge R$ 109,7 Bilhões em 2026, Impulsionando o SFN

A taxa de juros do cartão de crédito rotativo disparou para 428,3% ao ano em março de 2026, refletindo o alto custo dessa modalidade de crédito. Apesar disso, o volume de concessão de crédito rotativo alcançou um impressionante R$ 109,7 bilhões nos três primeiros meses do ano.

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Esse dado, divulgado pelo Banco Central em seu Relatório de Estatísticas Monetárias e de Crédito, também indica um aumento de 9,7% no uso do cartão de crédito rotativo em comparação com o trimestre anterior.

Em contraste, a concessão de crédito rotativo no primeiro trimestre de 2025 somou R$ 99,9 bilhões. A variação de 9,7% no uso do cartão de crédito rotativo em 2026 demonstra um aumento significativo na demanda por essa opção de crédito, mesmo com as taxas elevadas.

Em março, a concessão de crédito rotativo subiu para cerca de R$ 37 bilhões, um aumento de R$ 2,6 bilhões em relação ao mês anterior, que registrava R$ 34,6 bilhões.

Evolução do Sistema Financeiro Nacional (SFN)

Paralelamente, o Sistema Financeiro Nacional (SFN) apresentou um crescimento constante. O saldo das operações de crédito do SFN avançou 0,9% em março, atingindo R$ 7,2 trilhões. Dentro desse total, o crédito direcionado a empresas e famílias somou R$ 2,7 trilhões (com um aumento de 1,1%) e R$ 4,5 trilhões (com um crescimento de 0,8%), respectivamente.

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Nos últimos 12 meses, o crédito total do SFN cresceu a um ritmo consistente, avançando 9,7% em março, um acréscimo de 0,1% em relação ao mês anterior (9,6%). A taxa média de juros das concessões de crédito também se manteve em 33,1% ao ano.

O spread bancário, que mede a diferença entre as taxas de juros e o custo de captação, apresentou uma leve redução de 0,3 pontos percentuais em março e um crescimento de 2,4 pontos percentuais em doze meses.

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