Reservatórios de São Paulo Aumentam Capacidade, Mas Crise Persiste
Nos últimos sete dias, o volume de água disponível nos reservatórios que abastecem a região metropolitana de São Paulo apresentou um leve aumento, subindo de 55,4% para 56,4%. Essa melhora, embora significativa, ocorre em um cenário de grave escassez hídrica, intensificada pela falta de chuvas.
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Em 24 de outubro, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (AGESP) implementou um plano de contingência com o objetivo de diminuir o consumo. Na época, o nível do Sistema Integrado Metropolitano (SIM) estava em 28,7%, um índice crítico que impulsionou a necessidade de medidas emergenciais.
O “volume útil” representa a quantidade de água acessível, diferenciada do “volume morto”, que se encontra abaixo do ponto de captação e requer bombeamento para ser utilizada. A situação atual exige uma gestão cuidadosa, com o objetivo de otimizar os recursos disponíveis.
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Atualmente, o plano de contingência permanece na faixa 3, que implica em uma redução da pressão na rede de abastecimento por 10 horas diárias. Essa medida é acionada quando o nível de água nos reservatórios se mantém abaixo de 47,09% por um período contínuo.
A transição para faixas superiores, com redução de tempo de pressão, só ocorre após sete dias consecutivos com o nível abaixo do limite. Para retornar a faixas anteriores, com menor impacto na pressão, é necessário que o nível se mantenha acima do limite por 14 dias.
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