Crise Demográfica nas Capitais Brasileiras: Rio, Porto Alegre e Outras Capitais em Risco em 2026

Rio de Janeiro e Porto Alegre chocam com crise demográfica! 😱 Dados revelam queda populacional alarmante em 2026. Teresina lidera em nascimentos vs. mortes – confira! 📈📉 Descubra o que pode ser feito para reverter essa tendência. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Crise Demográfica Atinge Capitais Brasileiras em 2026

Dados recentes revelam um cenário preocupante nas principais capitais do Brasil. Tanto o Rio de Janeiro quanto Porto Alegre apresentaram um número maior de óbitos do que de nascimentos em 2025. Em Porto Alegre, a diferença entre mortes e nascimentos foi de apenas 17 pessoas, refletindo uma tendência de queda populacional desde 2020.

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Teresina se destacou como a capital com a maior taxa de nascimentos por morte no período, registrando 4,81. Macapá ocupou a segunda posição, com 3,89. Essa análise, apresentada no quadro abaixo, oferece uma visão detalhada da situação demográfica em diversas capitais brasileiras.

A queda na taxa de reposição – o número de nascimentos por morte – tem implicações diretas na economia. Com menos jovens entrando no mercado de trabalho, a produtividade pode diminuir, e o sistema previdenciário enfrenta um déficit crescente.

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Para mitigar essa tendência, especialistas sugerem a expansão de creches e escolas de educação infantil em regime integral, o que poderia incentivar as famílias a aumentar o número de filhos.

Além disso, a atração de profissionais qualificados de outros países por meio de programas de imigração é vista como uma solução. Economistas defendem a criação de sistemas de seleção de pessoas qualificadas que desejem se transferir para o Brasil, buscando suprir a falta de mão de obra.

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A crise sanitária iniciada em 2020 intensificou essa situação. O aumento de mortes e a diminuição das nascimentos levaram a taxa de reposição a um nível historicamente baixo. Essa queda se manifestou em quase todos os estados brasileiros. Ao comparar a taxa de reposição com dados de 2015, observou-se uma queda em 25 estados e no Distrito Federal.

Apenas Mato Grosso registrou um leve aumento (2%).

O gráfico abaixo ilustra essa mudança, com cores mais intensas indicando uma menor taxa de nascimentos em relação às mortes. A análise completa dos dados é do Poder360, coletados em 30 de janeiro de 2026. Apesar de possíveis revisões futuras, o panorama geral de nascimentos e mortes apresentado nesta reportagem tende a permanecer consistente.

É importante ressaltar que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realiza um levantamento demográfico anual, mas divulga os resultados apenas no final do ano. O IBGE possui acesso a dados que não são disponibilizados pelos cartórios, permitindo uma análise mais refinada por cidade e unidade de registro.

Em anos anteriores, as informações fornecidas pelo IBGE e pelo Poder360 apresentaram similaridades, refletindo a importância de diferentes fontes de dados para compreender as dinâmicas demográficas do país. O levantamento do Poder360 oferece uma visão imediata das mudanças populacionais no Brasil.

Informações desta reportagem foram publicadas anteriormente pelo Drive, com exclusividade. A newsletter é produzida para assinantes pela equipe de jornalistas do Poder360.

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