Crise de crédito no Brasil: IA decide o futuro das negociações! 🚀 Descubra como a inteligência artificial redefine a recuperação de dívidas e o Open Finance. 🤯
O mercado de crédito em 2026 apresenta uma mudança fundamental, que vai além de simples operações. A lógica tradicional, focada em volume, persistência e padronização, foi criada para um cenário onde a inadimplência era rara. Hoje, ela é uma realidade estrutural, com mais de 80 milhões de brasileiros negativados.
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Essa nova dinâmica exige uma abordagem diferente na recuperação de crédito.
A recuperação de crédito agora começa antes mesmo do atraso se consolidar. Modelos analíticos avançados identificam sinais de risco com antecedência, permitindo ações preventivas e negociações antecipadas. O objetivo é ajustar as parcelas enquanto ainda existe diálogo e disposição para resolver a situação.
O custo de recuperar um crédito não aumenta apenas com o tempo, mas com o desgaste emocional do consumidor, que dificilmente se recupera após o rompimento do vínculo.
A pergunta central mudou: deixa de ser “quanto foi recuperado” para “quantos não retornaram ao ciclo da inadimplência”. Isso obriga as empresas a abandonarem propostas inviáveis, descontos que apenas limpam o nome no curto prazo e parcelamentos que ignoram a real capacidade de pagamento do consumidor.
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O Open Finance assume um papel central. Em 2025, o ecossistema brasileiro já superava 70 milhões de consentimentos ativos, segundo o Banco Central. Com acesso a dados de renda, recorrência e comportamento financeiro, é possível oferecer propostas mais adequadas à realidade de cada cliente, reduzindo atritos e aumentando a sustentabilidade dos acordos.
A inteligência artificial deixa de ser apenas uma ferramenta de apoio e passa a atuar no núcleo da decisão operacional. Em 2026, ela não apenas “fala melhor”, mas decide melhor: qual canal utilizar, em que momento abordar e qual proposta apresentar.
A IA também define quando a insistência se torna um risco, com implicações jurídicas e reputacionais.
Essa nova lógica exige uma revisão profunda da omnicanalidade. O consumidor não rejeita a cobrança, mas a desorganização. Estar em múltiplos canais sem que eles compartilhem contexto e histórico é ineficaz. A jornada do cliente deve permitir uma transição fluida entre autoatendimento, canais digitais e atendimento humano, evitando propostas contraditórias e a sensação de estar dialogando com sistemas desconectados.
A recuperação de crédito deixa de ser uma atividade periférica e se torna estratégica dentro das organizações. A vantagem competitiva no mercado não está em quem cobra mais, mas em quem decide melhor, priorizando a inteligência e a sustentabilidade da cobrança.
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