Criminoso de Alta Periculosidade, “Pedro Bó”, Morre em Confronto em Anápolis

Criminoso de alta periculosidade, José Almeida Santana – “Pedro Bó” – morreu em confronto em Anápolis. Ex-líder do crime, enfrentou policiais e foi morto.

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(Imagem de reprodução da internet).

Criminoso de Alta Periculosidade Morre em Confronto em Anápolis

José Almeida Santana, de 52 anos, conhecido como “Pedro Bó”, faleceu no sábado, 22 de novembro de 2025, após uma troca de tiros com policiais da Companhia de Policiamento Especializado em Anápolis, Goiás. O incidente ocorreu na região do bairro Nossa Senhora de d’Abadia, próximo ao Colégio Estadual da Polícia Militar Gabriel Issa.

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Segundo informações da Polícia Militar, Santana estava dentro de um supermercado com um “volume suspeito” na cintura quando foi abordado. A situação evoluiu para um confronto, com o criminoso disparando contra os militares. A troca de tiros resultou em seu falecimento.

A ficha criminal de Pedro Bó era extensa e preocupante. Ele foi condenado por sua participação no assalto ao Banco Central do Brasil em Fortaleza (CE) em 2005, um dos maiores furtos da história do país. O crime envolveu a utilização de um túnel de 80 metros para transportar cerca de R$ 165 milhões.

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Além do assalto ao Banco Central, Pedro Bó era apontado como integrante da cúpula do (Primeiro Comando da Capital), atuando como “sintonia”. Essa função consistia em ser responsável pela comunicação e retransmissão de ordens dos líderes para os membros da organização criminosa.

Documentos judiciais da Justiça Federal e do (Superior Tribunal de Justiça) classificavam Santana como um criminoso de alta periculosidade, ligando-o a roubos a bancos no modelo “Novo Cangaço”. Esse tipo de crime se caracteriza por assaltos a bancos planejados, inspirados nos métodos dos cangaceiros do Nordeste brasileiro do início do século XX, mas adaptados ao crime moderno.

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Diferentemente dos cangaceiros históricos, os grupos do “Novo Cangaço” operam com organização, logística avançada e comunicação estruturada, executando roubos complexos e de grande impacto. A polícia goiana o apontava como responsável por roubos a carro fortes e bancos em diversos estados do país.

Além disso, a polícia militar goiana investigava seu envolvimento com o tráfico internacional de drogas, com o fornecimento de entorpecentes para a Europa e a África Ocidental.

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