CRIACAO DE EMPREGOS NOS EUA: EXPECTATIVAS EM CONFLITO E ECONOMIA EM DESACELERAÇÃO!

Payroll dos EUA: Crise iminente? Expectativas chocam e economia em risco! 😱 O relatório de empregos nesta quarta-feira pode revelar uma desaceleração drástica. Investidores em alerta: o que o mercado espera e por que você deve acompanhar! #economia #empregos #Fed

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(Imagem de reprodução da internet).

Relatório de Empregos dos EUA: Expectativas Divergentes e Desaceleração Econômica

O relatório de empregos dos Estados Unidos, conhecido como payroll, será divulgado nesta quarta-feira, 11, às 10h30 (horário de Brasília), gerando grande expectativa entre investidores em todo o mundo. O mercado espera que janeiro tenha registrado a criação de 55 mil empregos, um aumento em relação aos 50 mil criados em dezembro.

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A taxa de desemprego deve permanecer em torno de 4,4%.

Este relatório é crucial para o mercado, pois influencia diretamente as decisões do Federal Reserve (Fed) sobre a política de juros. Se a criação de empregos for inferior ao esperado, o mercado pode especular sobre uma desaceleração econômica, pressionando o Fed a adotar uma postura mais cautelosa.

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Além disso, o relatório será acompanhado de revisões anuais, que podem alterar a percepção sobre a saúde do mercado de trabalho.

O Bureau of Labor Statistics (BLS) já realizou revisões em meses anteriores, indicando uma criação de empregos mais fraca do que inicialmente estimado. Em setembro, o BLS revisou a criação de empregos nos 12 meses até março de 2025, estimando uma redução de 911 mil vagas.

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O Goldman Sachs projeta uma revisão final entre 750 mil e 900 mil vagas a menos. O presidente do Fed, Jerome Powell, recentemente sugeriu que o número final pode estar mais próximo de 600 mil.

Apesar das expectativas, as estimativas variam significativamente. Mark Zandi, economista-chefe da Moody’s Analytics, prevê um valor próximo de zero, destacando a fragilidade do mercado. O Goldman Sachs estima 45 mil vagas, enquanto o Citigroup projeta 135 mil, atribuindo o número a distorções sazonais.

A Bloomberg aponta uma mediana de 68 mil vagas, com estimativas que variam de perda de 10 mil a ganho de 135 mil postos. A taxa de desemprego também é projetada em 4,4%.

Outros indicadores reforçam a ideia de desaceleração. O número de vagas em aberto caiu em dezembro ao menor nível desde setembro de 2020. A Casa Branca e o Fed pedem cautela, considerando que números menores podem refletir um menor crescimento populacional e o impacto da inteligência artificial na produtividade.

Presidentes regionais do Fed, como Lorie Logan e Beth Hammack, enfatizam o risco da inflação em vez do desemprego, defendendo paciência antes de novas reduções nas taxas de juros.

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