CPMIAprovaQuebra de Sigilos em Investigação de Benefícios
Em uma votação unânime, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou nesta quinta-feira, 26, a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão ocorreu dentro da investigação que apura fraudes e irregularidades na concessão de benefícios previdenciários.
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A votação foi rápida e sem divergências, com sete votos favoráveis à medida.
Detalhes da Votação e Evidências
O pedido de quebra de sigilo foi apresentado como parte de um conjunto de ações para aprofundar a investigação. Segundo o relator, deputado Alfredo Gaspar, a base para a decisão foram mensagens interceptadas. Essas mensagens sugerem que um pagamento de R$ 300 mil foi direcionado a uma empresa conectada a Roberta Luchsinger, com o destinatário identificado como “o filho do rapaz”, o que, na avaliação do parlamentar, pode se referir a Lulinha.
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Repasses Suspeitos e Justificativas
Além das mensagens, a CPMI também analisou documentos que indicam repasses de R$ 1,5 milhão entre empresas ligadas a investigados. Esses repasses foram justificados como relacionados a serviços de consultoria sem lastro econômico. Essa justificativa foi o suficiente para motivar o pedido de aprofundamento das apurações, que agora incluirá a quebra de sigilos de outras empresas e pessoas físicas envolvidas no esquema de descontos irregulares em benefícios previdenciários.
Próximos Passos da Investigação
A CPMI também votou em pedidos de quebra de sigilo de outras entidades e indivíduos suspeitos de participação no esquema. A comissão também decidiu convocar novos depoentes para prestar esclarecimentos e fornecer mais informações sobre o caso.
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A investigação continua com o objetivo de identificar todos os envolvidos e determinar o volume de recursos desviados.
