CPMI do INSS: Anulação da Votação e Acusações de Golpe Sacudem o Congresso em 2026!

Tensão na CPMI do INSS: Anulação da votação e acusações de “golpe”! 🚨 Oito parlamentares, incluindo Paulo Pimenta, acusam governo de tentar fraudar a democracia. A votação sobre o Banco do Brasil e outros bancos está em xeque! Saiba mais

26/02/2026 14:22

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(Imagem de reprodução da internet).

Tensão na CPMI do INSS: Anulação da Votação e Acusações de Golpe

A quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026, foi marcada por intensas disputas e acusações na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) defendeu a anulação da votação que aprovou os requerimentos envolvendo o Banco do Brasil, Santander, BMG, PicPay e C6 Consignado, acusando o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) de fraudes e de tentar um “golpe” contra a democracia.

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Pimenta argumentou que a votação, realizada em formato simbólico, não seguiu o artigo 14 do regimento do Senado, que determina que a maioria dos congressistas presentes no momento da votação é que prevalece, e não a maioria qualificada, que consideraria o quórum total registrado na sessão.

O deputado criticou a estratégia do governo de tentar bloquear a votação dos requerimentos de quebra de sigilo bancário e fiscal do empresário Fabiano Zettel, do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto e do senador Plínio Karvalhof (PL-RJ).

Disputas e Acusações na CPMI

A sessão da CPMI foi marcada por uma intensa articulação da base governista para impedir a votação dos requerimentos. O senador Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso Nacional, classificou a tentativa de anulação da votação como uma “tentativa de golpe”.

Ele argumentou que o governo veio à CPMI com a intenção de “blindar a pauta” e que, ao não conseguir a maioria necessária para aprovar os requerimentos, o “jogo virou”.

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Votação em Bloco e Acusações de Fraude

A estratégia governista de votar os requerimentos em bloco, em vez de individualmente, também gerou controvérsia. O deputado Pimenta acusou o governo de tentar manipular a votação e de cometer fraude. Ele apontou que, no momento da votação em bloco, apenas 21 senadores e deputados estavam presentes, dos quais, 14 teriam votado pela rejeição.

Lista de Parlamentares que Votaram pela Rejeição

Os seguintes parlamentares votaram pela rejeição dos requerimentos em bloco: Soraya Thronicke (Podemos-MS), Randolfe Rodrigues (PT-AP), Jussara Lima (PSD-PI), Jaques Wagner (PT-BA), Tereza Leitão (PT-PE), Damião Feliciano (União Brasil-PB), Átila Lira (PP-PI), Cleber Verde (MDB-MA), Orlando Silva (PC do B-SP), Romero Rodrigues (Podemos-PB), Paulo Pimenta (PT-RS), Alencar Santana (PT-SP), Neto Carlleto (Avante-BA) e Rogério Correia (PT-MG).

Próximos Passos

O deputado Paulo Pimenta anunciou que o PT solicitará ao presidente do Congresso Nacional, senador (União Brasil-AP), “a imediata anulação da votação” e apresentará uma representação no Conselho de Ética do Senado contra o senador Plínio Karvalhof (PL-RJ).

A disputa na CPMI do INSS promete continuar, com o objetivo de investigar as irregularidades na votação dos requerimentos e responsabilizar os envolvidos.

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